O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A carteira de Jekyll é feita apenas ações sólidas, de grandes empresas, enquanto Hyde busca o maior retorno possível, mesmo que os riscos sejam elevados. Será possível encontrar um equilíbrio entre os dois extremos entre o médico e o monstro?
Dr. Jekyll, o pacato e respeitado médico londrino, não gosta de fortes emoções. Veja, por exemplo, sua carteira de investimentos: apenas ações sólidas, de grandes empresas — essa coisa de apostar no incerto não é para ele.
Mr. Hyde, o misterioso andarilho que perambula pela noite da capital britânica, não quer saber de vida mansa: quando o assunto é bolsa, é tudo ou nada. A ordem é buscar o maior retorno possível, mesmo que os riscos sejam elevados.
Jekyll e sua racionalidade olham para Hyde com uma ponta de inveja. Ah, seria tão bom não ter essas preocupações, essa cautela — investir livremente, sem medo de perder e com a confiança de que tudo vai dar certo!
Hyde e sua impulsividade, por sua vez, não tem vontade de ser Jekyll: essas preocupações com lucro, métricas financeiras, isso tudo é uma prisão; bom mesmo é a adrenalina de investir num negócio jovem e promissor, em busca de um retorno estratosférico.
Mas, vejam vocês, o excêntrico mr. Hyde tem um discurso atraente, mas é capaz de virar um monstro quando as coisas não correm como o planejado. Juros altos, crise econômica, guerra, pandemia — o mundo não está favorável para quem aposta tudo no risco.
E, de perdas em perdas, Hyde fica cada vez mais descontrolado — especialmente ao ver o quão sólidos estão os investimentos do dr. Jekyll. A vida chata dos aportes nas ações de valor, quem diria, está bem mais lucrativa que a sedutora estratégia dos papéis de crescimento.
Leia Também
Será mesmo que o médico e o monstro precisam ser antônimos? Não será possível encontrar um equilíbrio entre os dois extremos?
O Ruy Hungria, colunista do Seu Dinheiro, fala sobre esse momento singular dos mercados financeiros: a volta aos holofotes dos investimentos mais seguros — empresas e ações mais arriscadas estão saindo de moda.
A virada do médico sobre o monstro na bolsa de valores é o tema do texto do Ruy nesta sexta-feira — para ler a íntegra, é só clicar aqui.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais ensaiam recuperação hoje; Ibovespa acompanha dados nos EUA e dirigentes do Fed e do BCE em destaque. Esta sexta-feira 13 parece ser de pouco azar nos mercados financeiros hoje, com o fantasma da inflação e do aperto monetário dando lugar à fome dos investidores por ganhos.
O PASSARINHO SUBIU NO TELHADO
Elon Musk diz que acordo com o Twitter está temporariamente suspenso; ações despencam. O bilionário fez o anúncio em uma publicação - obviamente - no Twitter; ele se queixou de falta de informações sobre o número de contas falsas e spams na rede social.
SEU DIA EM CRIPTO
Bitcoin (BTC) respira e retoma patamar de US$ 30 mil com alta de 9%, mas criptomoedas caminham para encerrar a semana com fortes perdas. Quem ajuda no desempenho de hoje são as bolsas de Nova York, após a maior moeda digital do mundo registrar correlação recorde com o Nasdaq.
SOBE E DESCE DOS COMBUSTÍVEIS
Petrobras (PETR4) nega que esteja em conversa com o Cade sobre mudança na política de preços. A estatal reiterou o compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo.
SINAL VERDE
Acionistas do Inter (BIDI11) aprovam planos de migração para os EUA e devem decidir entre BDRs e cash-out até a próxima semana. Os sócios do banco digital terão até o dia 20 para escolher se migram para os BDRs ou trocam seus ativos por dinheiro.
BALANÇO
Americanas (AMER3): prejuízo diminui em 38,8% no primeiro trimestre. A empresa registrou perda de R$ 137,3 milhões entre janeiro, uma redução de 38,8% em relação ao resultado negativo do mesmo período do ano anterior. Confira mais detalhes.
BALANÇO 2
Lucro líquido da B3 (B3SA3) recua para R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre. Já o lucro societário, que é usado como referência para o pagamento de dividendos, apresentou queda maior e somou R$ 1,1 bilhão. Veja os destaques financeiros da operadora da bolsa brasileira.
BALANÇO 3
Cogna (COGN3) melhora desempenho no primeiro trimestre, mas não sai do vermelho. O grupo de educação registrou prejuízo líquido de R$ 13,1 milhões, o que representa uma diminuição de 61,3% em relação às perdas registradas no mesmo período do ano anterior.
Uma boa sexta-feira para você!
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país
Existem muitos “segredos” que eu gostaria de sair contando por aí, especialmente para quem está começando uma nova fase da vida, como a chegada de um filho
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio