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Com a disparada na inflação e a iminência da alta dos juros lá fora, os investidores decidiram investir em ações de valor ao invés de crescimento; saiba o que esperar das bolsas em 2022
Era uma vez uma lebre e uma tartaruga. Ambas decidiram usar as economias para investir na bolsa de valores.
Ágil e com apetite a risco, a lebre decidiu comprar ações de empresas de tecnologia, que dispararam logo de cara.
Em um mundo com taxas de juros nas mínimas históricas, o mercado estava disposto a pagar por empresas de rápido crescimento, mesmo que não fossem lucrativas.
Enquanto isso, a conservadora tartaruga ficou para trás com sua carteira formada por ações mais tradicionais, como bancos e empresas de energia elétrica.
Tranquila na liderança, a lebre cochilou e não percebeu a mudança em curso no mercado. Com a disparada da inflação e a iminência da alta dos juros lá fora, os investidores começaram a vender as ações de crescimento para se refugiar nas empresas de valor.
O resultado é que a tartaruga, contrariando todas as expectativas, alcançou a lebre e assumiu a liderança da corrida dos investimentos em 2022. E agora, quem vence essa disputa?
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