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Com uma série de fatores pesando contra o euro, moeda comum europeia perde a paridade com o dólar e atinge nesta terça-feira o nível mais baixo em 20 anos — e pode piorar
A semana não começou bem para os ativos de risco. Depois de ter retornado aos 113 mil pontos, dois pregões ruins bastaram para levar o Ibovespa de volta à faixa dos 110 mil. Em Wall Street, os principais índices de ações tiveram o pior dia desde junho na segunda-feira.
Os temores relacionados à inflação somam-se à expectativa com os próximos passos dos principais bancos centrais do mundo para inibir o apetite por risco.
Hoje, porém, os investidores parecem ter feito uma pausa para respirar. Os índices futuros de Nova York sinalizam alguma recuperação e as bolsas de valores europeias operam sem direção clara.
Isso porque os dados de inflação e eventuais sinalizações de política monetária vindas do simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole devem começar a vir à tona somente a partir de amanhã.
E enquanto os investidores tomam fôlego, quem passa por apuros é o euro. A moeda comum europeia perdeu a paridade com o dólar e atingiu nesta terça-feira o nível mais baixo em duas décadas, a US$ 0,9903.
Mas calma. Pode piorar. Uma série de fatores pesa contra o euro e já há quem preveja um declínio ainda maior.
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Por aqui, diante da falta de indicadores previstos para hoje, as atenções se voltam para a campanha eleitoral.
Ontem, o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, foi sabatinado no Jornal Nacional. Hoje será a vez de Ciro Gomes (PDT) sentar-se à bancada do principal telejornal da Rede Globo.
Para ficar por dentro dos principais lances de hoje na bolsa, acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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MAIS UM PASSO
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NOITE CRIPTO
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MERCADO FINANCEIRO
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