O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Confira as projeções de Alfredo Menezes, sócio-fundador da gestora de fundos Armor Capital, para escapar do naufrágio em meio ao mar revolto do mercado
Bom dia,
As águas do mercado financeiro costumam deixar muitos marinheiros à deriva. A qualquer momento, o mar tranquilo pode subitamente mudar de direção.
Foi o que aconteceu na virada de março para abril, quando tudo indicava um período de bonança para os investidores.
Naquele momento, as cartas náuticas do mercado mostravam a bolsa em alta, o dólar em queda firme e o fim próximo do ciclo de alta da taxa básica de juros (Selic).
Mas quem decidiu se lançar nas águas para pescar um peixe grande acabou enfrentando uma verdadeira tempestade. Isso porque do meio das águas ressurgiu o monstro marinho da inflação.
A perspectiva de uma alta mais acelerada dos juros nos Estados Unidos para enfrentar o dragão derrubou a bolsa e fortaleceu o dólar, que voltou a encostar na marca dos 5 reais.
Leia Também
No olho desse furacão, os Bancos Centrais do Brasil e dos EUA se reúnem nesta semana para decidir sobre as taxas de juros, o que deixa o mar ainda mais agitado.
Em momentos como esse, nada melhor do que contar com um capitão experiente para conduzir o navio. O Seu Dinheiro foi então em busca da visão de Alfredo Menezes, sócio-fundador da gestora de fundos Armor Capital.
Com décadas de experiência nos mares revoltos do mercado, ele conta em entrevista à repórter Flavia Alemi o que espera da Selic e do dólar — além do evento que pode fazer todas as previsões naufragarem.
SEGREDOS DA BOLSA
‘Super Quarta’ e covid-19 na China injetam cautela nas bolsas esta semana; Ibovespa acompanha ameaça ao teto de gastos. Nos próximos dias, os Bancos Centrais dos EUA e do Brasil permanecem no foco dos investidores, junto com vários balanços importantes para o índice local.
OS CAMPEÕES DA B3
Quais ações e BDRs foram vencedores — e quais saíram perdendo — entre janeiro e abril de 2022? Em geral, ativos ligados ao setor de energia foram bem na bolsa neste primeiro quadrimestre, enquanto consumo e e-commerce seguiram pelo caminho oposto.
PROTEÍNA ANIMAL
BRF, JBS, Marfrig ou Minerva: quais as ações preferidas do Inter no setor de frigoríficos? Aves e suínos são coisa do passado: exposição ao exterior e à carne bovina são cruciais para que as empresas sigam reportando bons resultados; entenda.
BALANÇO ACELERADO
Lucro da Movida (MOVI3) mais que dobra no trimestre, ajudado pela venda de seminovos; receita ultrapassa R$ 2 bilhões. A companhia mostrou forte expansão nas principais linhas do resultado, puxada pela demanda aquecida da unidade de seminovos.
SEMANA CHEIA
Temporada de balanços: confira o calendário de resultados desta semana. Entre os destaques da semana, atenção para os resultados do primeiro trimestre da XP, Bradesco, Petrobras e Ambev.
CAIU UM DINHEIRO AÍ?
Trabalhadores nascidos em fevereiro podem sacar até R$ 1 mil no FGTS; saiba como retirar o dinheiro. A liberação dos recursos segue cronograma baseado no mês de nascimento; veja os detalhes.
ESVAZIANDO A CONTA
Jeff Bezos perde US$ 20 bilhões em um dia com a Amazon e cai ao posto de 3º mais rico do mundo. Com a queda de 14% nas ações da empresa na última sexta (29), o bilionário agora possui uma fortuna estimada em ‘apenas’ US$ 150 bilhões.
ROTA DO BILHÃO
Como Lucia Maggi, fundadora do Grupo Amaggi, acumulou uma fortuna de quase US$ 7 bilhões? A matriarca de uma das maiores exportadoras de soja do mundo é a mulher mais rica do Brasil e ultrapassa a dona do Magalu no ranking da Forbes.
Uma ótima semana para você!
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo