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Ao longo desta semana, o Ibovespa e os principais índices de Wall Street estão seguindo caminhos distintos.
Enquanto na B3 a alta do petróleo e a repercussão positiva do primeiro turno das eleições seguem levando a bolsa a patamares cada vez mais próximos dos 120 mil pontos, Nova York continua de olho na inflação e em como o Federal Reserve (Fed) deve reagir aos números do mercado de trabalho.
Nos últimos dias, dados mostraram que o setor privado cria mais vagas do que o esperado — abrindo espaço para o Fed seguir em ritmo acelerado de aperto monetário e aumentando as expectativas para o relatório de emprego, o payroll, que será divulgado amanhã (7).
As falas de dirigentes do BC americano não acalmaram o mercado. O discurso de que a inflação segue persistentemente alta e que os juros devem ser elevados até um patamar restritivo contaminaram mais uma vez os negócios. O Nasdaq recuou 0,68%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones caíram cerca de 1%.
No Brasil, o dólar à vista repercutiu a cautela internacional e terminou o dia em alta de 0,50%, a R$ 5,2099. O Ibovespa também teve o seu movimento limitado, mas emplacou o quinto pregão de alta ajudado por mais um avanço do petróleo — com ganhos de 0,31%, aos 117.560 pontos.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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