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“O que vai acontecer com X?”. É uma pergunta errada e perigosa, que nem sequer deve ser formulada em decisões de investimento; entenda
Eu nem sempre fui analista de valores mobiliários, graças a deus.
Quando nasci, era apenas um rapaz latino-americano.
Mas, desde que eu virei analista, de repente, muitas pessoas à minha volta começaram a me fazer uma mesma e estranhíssima pergunta:
O que vai acontecer com X? – em que X é uma variável que admite infinita gama de ativos financeiros.
“O que vai acontecer com o dólar?”.
“O que vai acontecer com Magazine Luiza?”.
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“O que vai acontecer com o bitcoin?”.
Não vou entrar no mérito de discutir se esse é um tipo de pergunta passível de resposta epistemologicamente honesta.
Não vou entrar no mérito porque não preciso, porque a pergunta em pauta – “o que vai acontecer com X?” – é uma pergunta errada e perigosa, que sequer deve ser formulada em decisões de investimento.
Por exemplo: o que vai acontecer com o preço do barril de petróleo?
Nessa semana, duas visões aparentemente irreconciliáveis sobre o petróleo esquentaram os debates em Wall Street.
De um lado, o research do Citi dizendo que o barril pode voltar aos 65 dólares até o fim do ano.
De outro, o research do JP Morgan cogitando um preço estratosférico de 380 dólares.
Obviamente, ambos podem estar errados, e isso é provavelmente o que vai acontecer sob o júdice do resultado observado a posteriori.
Porém, eu realmente acredito que ambos estão certos.
Eu acredito nisso porque entendo que o dever primeiro de um bom analista – e aqui estamos falando de alguns dos maiores experts em petróleo do mundo – não é o de dizer o que vai acontecer, mas sim o de dizer o que pode acontecer.
Mais especificamente, o investidor inteligente (não o de Ben Graham, mas sim o de Kelly-Thorpe) precisa ouvir sobre coisas que podem acontecer com alguma chance, mesmo que baixa, mas que estão correntemente precificadas sem nenhuma chance.
Somos candidatos a obter ganhos respeitáveis fazendo apostas em cenários improváveis, só que tratados como impossíveis.
Talvez uma dura recessão que derrube o petróleo a 65 dólares, talvez um corte de produção na Rússia que eleve o petróleo a 380 dólares. Por que não?
Vez ou outra, a realidade nos convence de seu absurdo, até que volte a ser real de novo.
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