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Saiba quais são os títulos públicos mais indicados para que os inimigos do seu dinheiro não o alcancem na nossa reportagem especial de hoje
O dragão da inflação está à solta e deixa marcas por todos os lados. O fogo da alta dos preços consome o orçamento das famílias mundo afora, assim como o patrimônio dos investidores no mercado financeiro.
A cavalaria dos bancos centrais foi acionada, mas saiu queimada depois de menosprezar a fera. Agora, parte para um novo ataque, e a expectativa desta vez é de chumbo grosso.
Lá fora, o mercado passou a projetar uma alta de 0,75 ponto percentual na taxa de juros pelo Federal Reserve nesta quarta-feira — algo que não acontece desde 1994.
Aqui no Brasil, os cavaleiros do Comitê de Política Monetária (Copom) devem subir a Selic em meio ponto, para 13,25% ao ano. Os mais otimistas acreditam que o BC pode até sinalizar o fim do ciclo de aperto monetário, que já se estende há mais de um ano.
Seja como for, o combate ao dragão promete ser duro e com efeitos imprevisíveis sobre os mercados e a economia. Nesse cenário, é fundamental proteger os seus investimentos das chamas da inflação e, quem sabe, encontrar boas oportunidades com riscos calculados.
Para ajudar você nessa missão, a Julia Wiltgen sentou praça na companhia de São Jorge e vestiu as roupas e as armas do Tesouro Direto.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Super-Quarta dos Bancos Centrais domina e bolsas sentem cautela; criptomoedas despencam 10%. Ibovespa acompanha reunião do Copom e movimentações do governo e da Petrobras sobre o preço dos combustíveis.
DE ÚLTIMA HORA
Uma quarta ainda mais super: Banco Central Europeu chama reunião de emergência para hoje. Encontro extraordinário do BCE é convocado para o mesmo dia em que o Fed e o Copom devem anunciar novo aumento de juros.
SE CORRER, O BICHO PEGA…
Vem reajuste por aí? Petrobras (PETR4) reafirma compromisso com preços competitivos, mas defasagem pode forçar aumento. Estatal discute um aumento da gasolina em 9% e do diesel em 11%, mas governo tenta barrar reajuste, segundo a imprensa.
DESCULPEM NOSSA FALHA
Câmara aprova texto-base sobre teto do ICMS sobre combustíveis, mas problema técnico adia votação final. Defeito no painel de votação fez com que fim do trâmite do teto do imposto no Congresso ficasse para hoje.
OFERTA DE AÇÕES
PetroRecôncavo (RECV3) levanta mais de R$ 1 bilhão em oferta primária. Veja o que a petroleira pretende fazer com o dinheiro. Preço por ação carrega um desconto de 1,4% em relação ao fechamento do papel na sessão de ontem.
MERCADO DE VINHOS
Com chegada de novo sócio, Wine quer encher sua taça de vinho nos bares, restaurantes, hotéis e supermercados. Após adquirir a Cantu em 2021, a empresa anunciou na semana passada que o valor remanescente da dívida de R$ 141,6 milhões foi convertido na emissão de novas ações ordinárias.
FESTA DOS DIVIDENDOS
Dividendos: Telefônica (VIVT3) vai pagar R$ 408 milhões em JCP. Veja as condições para receber. A empresa ainda não fixou uma data para o pagamento dos proventos, mas afirmou que a remuneração deve cair na conta dos acionistas até 31 de julho de 2023.
PATRIMÔNIO EM QUEDA LIVRE
Fortuna de Luiza Trajano segue ações do Magazine Luiza (MGLU3) ladeira abaixo e empresária deixa lista de bilionários da Forbes. O patrimônio da presidente do conselho do Magalu encolheu US$ 1,6 bilhão apenas nos primeiros cinco meses deste ano.
Aquele abraço e uma ótima quarta-feira.
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