O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar de a ata mostrar que a situação segue complicada, não houve nenhuma mudança no posicionamento do Federal Reserve
A ata do Federal Reserve, divulgada nesta tarde (06), confirmou todas as desconfianças do mercado. Os juros americanos vão continuar subindo de forma acelerada na próxima reunião, as expectativas de inflação no longo prazo seguem crescendo e não há como descartar que a reação da economia ao aperto monetário será uma desaceleração da economia.
A resposta das bolsas globais foi uma aceleração dos ganhos. É, você não leu errado. Os investidores ficaram aliviados em ver no documento a confirmação dos seus temores.
É que apesar de mostrar que a situação segue complicada, não houve nenhuma mudança no posicionamento do Federal Reserve. O documento veio em linha com os discursos dados pelos dirigentes desde a última reunião e, melhor de tudo, não trouxe um cenário pior do que o que já vinha sendo precificado pelos ativos.
Com a reação positiva em Wall Street, a bolsa brasileira conseguiu deixar os temores com a recessão e a queda das commodities de lado. O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,43%, a 98.9718 pontos.
O dólar à vista, no entanto, teve um dia de pressão, com um avanço de 0,60%, a R$ 5,4219. O euro segue demonstrando fraqueza após dados piores do que o esperado confirmarem a desaceleração da economia europeia, o que aumenta a procura pela moeda americana.
Sem muitas novidades, a ata da última reunião do Federal Reserve foi bem digerida pelo mercado.
Leia Também
O documento apenas confirmou que os membros do Fed ainda não projetam oficialmente um cenário de recessão, mas acreditam em uma desaceleração maior da economia no processo de tentar ancorar as expectativas de inflação no longo prazo – um risco apontado pelos votantes.
Além disso, a ata também reafirmou que os dirigentes esperam uma alta entre 0,5 ponto percentual e 0,75 pp no próximo encontro.
Após uma instabilidade inicial, os principais índices em Wall Street conseguiram encerrar o dia com ganhos na faixa de 0,30%.
Depois da forte queda vista no preço do barril de petróleo ontem, a commodity voltou a ser pressionada.
Com o temor de uma recessão que pode estar por vir, os investidores enxergam uma queda na demanda por energia, que, em consequência, faz com que os preços das commodities caiam.
A queda do Brent (referência de preço para a Petrobras) pode chegar a US$65 em caso de recessão global liderada pela desaceleração nos EUA, segundo analistas do Citibank.
Nesta quarta-feira, o barril do Brent recuou 2,02%, voltando ao patamar dos US$ 100. Apesar disso, a Petrobras (PETR4) teve perdas mais limitadas, repercutindo a melhora do humor dos investidores.
Dois termômetros importantes da economia norte-americana foram divulgados nesta manhã. Primeiro, o índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) recuou menos que o esperado, indicando que o Federal Reserve pode ter mais espaço para elevar os juros.
Depois, o relatório de emprego Jolts, considerado uma prévia do payroll, mostrou que a abertura de novos postos de trabalho caiu a 11,254 milhões em maio.
Os números foram recebidos de forma mista pelo mercado. No Brasil, os investidores seguem aguardando os indicadores dos próximos dias.
De olho na movimentação em torno da PEC dos Benefícios, o mercado de juros voltou a estender os ganhos e operou em forte alta. Confira:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,76% | 13,73% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,92% | 12,83% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,82% | 12,74% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,86% | 12,76% |
Com o fôlego dos investidores renovado, muitos aproveitaram para buscar setores descontados da bolsa – com grande destaque aos de varejo e educação.
No início da tarde, papéis como VIIA3, AMER3, YDUQS3 e COGN3 dispararam e apresentaram altas da ordem de 10%. O principal destaque foram as ações da Via, que fecharam o dia com ganhos de 13%.
Outro destaque importante foi o desempenho das ações da Hypera Pharma (HYPE3). Segundo matéria do Pipeline, a companhia estaria negociando uma possível fusão com um de seus rivais — a Eurofarma e o grupo NC, dono da EMS, seriam os dois principais concorrentes nas tratativas. Procuradas pelo Seu Dinheiro ao longo do dia, as companhias negaram a notícia.
Confira as maiores altas do Ibovespa na sessão desta quarta-feira (06):
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,31 | 13,24% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 15,38 | 11,77% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 13,80 | 9,44% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,26 | 9,18% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,59 | 7,86% |
Na ponta contrária, nem mesmo a queda do preço do barril de petróleo segurou as ações do setor aéreo. As empresas foram pressionadas pela forte elevação do dólar no mercado internacional. Na sequência, as petroleiras ampliaram as perdas com a fraqueza da commodity. Confira também as maiores quedas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 11,64 | -5,67% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 31,70 | -5,60% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 8,32 | -4,81% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 33,70 | -4,59% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 4,33 | -1,81% |
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM