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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam em tom positivo nesta terça-feira (4). Com a agenda esvaziada, os investidores aguardam mais discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed). No cenário doméstico, o Ibovespa deve manter a performance de alta e queda do dólar, acompanhando o ritmo do exterior.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Ibovespa derrapa na reta final e tem apenas leve alta de 0,08%, a 116.230 pontos.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,11%, a R$ 5,1680.
A etapa final do pregão do Ibovespa tem sido de grande volatilidade. Há pouco, o principal índice da bolsa brasileira voltou a operar em queda.
Grandes vencedoras do pregão de segunda-feira (04), hoje as estatais aparecem na lanterna dos desempenhos do Ibovespa. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 1,06 | -5,36% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 39,35 | -5,09% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,31 | -5,04% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 12,26 | -3,46% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 5,60 | -3,45% |
O petróleo do tipo Brent encerrou a sessão em alta de 3,31%
O muito aguardado apoio de Ciro Gomes à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva enfim se tornou realidade. Nesta tarde, tanto o PDT quanto o ex-presidenciável oficializaram o posicionamento. Confira:
https://twitter.com/cirogomes/status/1577346631430717440/video/1
Na última hora, o Ibovespa desacelerou os ganhos, apesar da forte alta vista no exterior. O dólar passou a avançar.
No noticiário local, destaque para o apoio do PDT, partido do ex-candidato Ciro Gomes, à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em Nova York, as ações do Twitter passam por uma alta volatilidade.
De acordo com a Bloomberg, o bilionário Elon Musk voltou atrás e deve pedir para dar sequência à compra da rede social, pelo mesmo preço da proposta feita no início do ano.
As ações do Twitter já entraram duas vezes em leilão e sobem mais de 10%.
Enquanto o Ibovespa opera em alta moderada, as bolsas em Nova York ampliam os ganhos e sobem mais de 2%. No radar está o avanço do barril de petróleo e números positivos da economia divulgados na véspera.
Com a valorização do petróleo, que registra alta superior a 3% hoje, as petroleiras lideram as altas do Ibovespa no pregão.
3R Petroleum (RRRP3) sobe 10,22%, com ações negociadas a R$41,91; Prio (PRIO3), antiga PetroRio, tem alta de 6,05%, com papéis cotados a R$ 30,68.
O Ibovespa opera em alta nesta terça-feira, acompanhando o ritmo de recuperação das bolsas internacionais.
A bolsa brasileira sobe 0,73%, aos 117.016 pontos, sendo 3R Petroleum (RRRP3) a maior alta do dia. Os setores de varejo e tecnologia, mais sensíveis, também operam em alta com a queda na curva de juros futuros.
Além do cenário externo mais favorável ao risco, o petróleo segue valorizando, à espera da reunião da Opep+, que deve acontecer amanhã (5). Os investidores esperam o anúncio de um novo corte da produção da commodity.
O petróleo sobe 2,33%, com o barril negociado a US$ 90,97.
As bolsas americanas registram alta superior a 2%, confira:
O dólar à vista tem queda de 0,31%, cotado a R$ 5,1500
Nesta terça-feira (4), a Itaúsa (ITSA4) anunciou, pela terceira vez neste ano, que se desfez de 6,5 milhões de ações Classe A da XP.
A fatia corresponde a 1,17% do capital da gigante de investimentos e deixou a Itaúsa com 9,17% do capital social da XP e 3,27% de seu capital votante.
O dólar à vista, que tentou um movimento de alta há pouco, perdeu o fôlego e voltou a operar abaixo dos R$ 5,20.
A moeda americana tem queda de 0,23%, a R$ 5,1517
O Jolts, relatório de emprego nos EUA, apontou que a abertura de postos de trabalho caiu a 10.053 milhões em agosto.
Como reação, as bolsas americanas estenderam os ganhos e operam acima de 2%. Confira:
O Ibovespa reduz ganhos, mas opera em alta de 0,72% aos 117.140 pontos.
3R Petroleum (RRRP3) é a maior alta do dia. As ações da petroleira sobe 7,18%, negociadas a R$ 40,78
O dólar à vista, que abriu o dia em queda, inverteu o sinal há pouco e zerou as perdas.
A moeda americana tem leve alta 0,10%, cotada a R$ 5,1700.
O resultado do primeiro turno das eleições levou a uma onde de euforia que levou o Ibovespa, o principal índice de ações do mercado brasileiro, a disparar mais de 5% nesta segunda-feira. E, quanto mais negócios, melhor para a B3 (B3SA3), a dona da bolsa de valores brasileira.
De olho nesse rali eleitoral, o Itaú BBA decidiu elevar a recomendação das ações da B3 de neutra para outperform (equivalente a compra). Os analistas também elevaram o preço justo dos papéis B3SA3 para R$ 18, o que representa um potencial de valorização de 30%.
No pregão desta terça-feira, o desempenho das ações da B3, que abriram em alta, mantêm o bom desempenho após a divulgação da recomendação pelo banco.
As ações da Oi (OIBR3) têm alta de 7,32%, negociadas a R$ 0,44, após o processo de arbitragem e recuperação judicial, que determina o depósito de R$ 1,5 milhão pela TIM, Telefônica/Vivo e Claro.
As bolsas americanas abriram o dia em alta, com maior apetite por risco e valorização do petróleo.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 10,51 | 6,92% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 14,54 | 4,76% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 5,15 | 4,89% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,29 | 5,74% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 40,20 | 5,65% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 5,77 | -0,52% |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 45,65 | -0,37% |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 14,41 | -0,21% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 47,34 | -0,17% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 6,84 | 0,00% |
Os entraves envolvendo a venda da operação de telefonia móvel da Oi (OIBR3) para suas concorrentes parecem não ter fim. Como em um tabuleiro de jogo, a cada dia uma delas faz um movimento novo em busca de vencer a disputa.
Desta vez, a Oi informou que não foi notificada pela Câmara de Arbitragem do Mercado sobre o processo arbitral movido por Telefônica Brasil, dona da marca Vivo (VIVT3), TIM (TIMS3) e Claro contra ela.
Acrescentou, ainda, que não houve descumprimento do contrato firmado com as demais operadoras e que algo assim partiu, na verdade, das compradoras do ativo.
A queda na curva de juros futuros por um maior apetite a risco impulsiona os setores mais sensíveis, como as varejistas e o setor de tecnologia.
Além disso, o Ibovespa também sobe com a valorização do petróleo no exterior. A commodity opera em alta acima de 2%, com a expectativa de corte na produção pela Opep+ — a organização deve se reunir nesta quarta-feira (5).
O Ibovespa abre o pregão em alta de 1,85%, aos 118.280 pontos e mantém o bom desempenho do pré-mercado e do exterior. Todas as ações sobem.
O dólar à vista mantém-se em queda, mais moderada que a da abertura. A moeda americana cai 0,58%, a R$ 5,1348
O ritmo de queda do dólar à vista vem se acentuando após a abertura das negociações.
A moeda americana cai quase 1% e encosta na cotação de R$ 5,10.
Neste horário, o dólar à vista registra queda de 0,95%, a R$ 5,1153
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), um dos indicadores de inflação, subiu 0,12% em setembro. O dado foi divulgado pela Fipe mais cedo.
O resultado de setembro ficou dentro das projeções de instituições de mercado consultadas pelo Broadcast, de queda de 0,27% a alta de 0,17%, mas acima da mediana das estimativas, de 0,10%.
Entre janeiro e setembro, o IPC-Fipe acumulou inflação de 5,76%. No período de 12 meses até setembro, o índice avançou 8,20%.
A projeção do instituto é que, em outubro, haja uma nova aceleração, mas de menor calibre. O IPC-Fipe deve subir a 0,18% no próximo mês.
O Ibovespa futuro abre em alta de 0,83%, aos 117.930 pontos e acompanha o ritmo de alta do exterior.
No mesmo horário, o dólar à vista abre em queda 0,64%, cotado a R$ 5,1408.
O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 4% com ações da Vivo – Telefônica Brasil (VIVT3).
Por conta de feriado nacional, as bolsas da China não abrem nesta semana.
Bom dia! Os mercados financeiros do Brasil e do mundo começaram outubro com o pé direito.
Os motivos, no entanto, não são os mesmos. Wall Street registrou ontem uma sessão de alívio depois de as bolsas norte-americanas terem chafurdado em território de bear market em setembro.
Na Europa, a libra recuperou terreno e principais índices de ações subiram depois de a primeira-ministra britânica, Liz Truss, ter dado um passo atrás em seu pacote de corte de impostos.
Já na bolsa brasileira, os investidores repercutiram o resultado das eleições.
A questão entre os participantes do mercado local nesta terça-feira (04) é como dar continuidade a esse movimento.
Hoje, as bolsas de valores europeias mantêm o rali e os índices futuros de Nova York sinalizam que os ativos de risco norte-americanos vão seguir em alta.
Mas profissionais do mercado financeiro acreditam que tudo não passe de um momento de alívio.
O cenário de pressão inflacionária e aperto monetário nos Estados Unidos é o mesmo, apesar de ter sido relegado a um segundo plano.
Por aqui, a expectativa é de que o Ibovespa acompanhe os bons ventos vindos de fora e siga repercutindo os números do pleito de domingo.
Na véspera, o Ibovespa fechou em alta de 5,54% e o dólar recuou mais de 4%, registrando a maior queda diária em pouco mais de quatro anos.
O que agradou aos investidores não foi o resultado das eleições presidenciais em si.
Embora as pesquisas de intenção de voto não tenham captado movimentos de última hora, o segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) era considerado o resultado mais provável.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa hoje.
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real