O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Vale relembrar que o Copom decide a trajetória da Selic hoje; a expectativa é que a taxa básica brasileira seja mantida em 13,75% ao ano
Jogar na retranca pode não ser muito bem visto no futebol. Mas, quando se trata dos fundos imobiliários (FIIs), a defesa pode ser o melhor ataque neste final de ano.
Vale relembrar que o Comitê de Política Monetária do Banco Central decide a trajetória da Selic nesta quarta-feira (7). A expectativa é que a taxa básica brasileira seja mantida em 13,75% ao ano.
E, de olho nas perspectivas para a curva de juros do país, os analistas apostam na estratégia defensiva em dezembro. As corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro escalaram dois FIIs de papel — ou seja, que investem em títulos de renda fixa ligados ao setor imobiliário —, para a posição de favoritos do mês.
A classe tem formado a “zaga” da indústria no atual cenário econômico. Especialmente os fundos cujo portfólio é formado por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao CDI — taxa interbancária, que acompanha a Selic.
A remuneração dos ativos segue de perto os movimentos da Selic e deve se manter acima dos dois dígitos no próximo ano.
Esse é o caso dos dois ativos mais recomendados para dezembro, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) e o Valora RE III (VGIR11). Presentes entre os preferidos de quatro corretoras, os FIIs têm carteiras cerca de 98% alocadas em ativos corrigidos pelo CDI.
Leia Também
Com essa composição no portfólio, ambos têm garantido rendimentos interessantes para o cotista. O KNCR11 rendeu CDI+3,69% em outubro, enquanto o VGIR11 pagou o equivalente a 104% da taxa DI. Lembrando que os proventos que caem na conta dos investidores de fundos imobiliários todos os meses são isentos de imposto de renda.
Apesar do destaque para o papel, os analistas também não deixaram na mão quem não gosta de jogar na retranca e busca FIIs mais ofensivos.
Com três indicações cada, dois fundos de tijolo — que investem diretamente em ativos imobiliários, como prédios corporativos e galpões logísticos — empatam na segunda posição do ranking do Seu Dinheiro e ficam no banco de reservas deste mês: CSGH Renda Urbana (HGRU11) e Vinci Logística (VILG11).
Confira a seguir os favoritos de cada corretora entre os indicados nas suas respectivas carteiras recomendadas para dezembro:
Entendendo o FII do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são suas apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 fundos imobiliários, os analistas indicam os seus três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
Pela segunda vez consecutiva, o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) é uma das escolhas favoritas dos analistas para a carteira de fundos imobiliários do mês.
A manutenção do fundo na posição de favorito das corretoras está ligada ao seu portfólio 97,9% indexado ao CDI, referência para o rendimento dos investimentos em renda fixa e diretamente atrelado à variação da Selic.
“Neste momento de juros elevados, o fundo tende a ser mais defensivo e manter seus dividendos, além disso conta com uma carteira pulverizada de crédito com bons devedores”, destaca a Genial Investimentos.
E o cenário positivo para o fundo não deve mudar tão cedo: segundo o último Boletim Focus, o mercado projeta a manutenção da Selic em dois dígitos até o final de 2023.
Com isso, a bola segue na área para que o KNCR11 marque um gol de placa — ou melhor, de dividendos. O FII distribuirá R$ 1,10 por cota em dezembro, o que representa uma rentabilidade de 104% da taxa DI.
Além disso, o fundo conseguiu captar recursos para incrementar ainda mais o portfólio. A nona emissão de cotas, encerrada em novembro, levantou R$ 1,78 bilhão para o caixa do FII.
Outro fundo de papel escalado para a defesa da carteira em dezembro é o Valora RE III (VGIR11). Depois de bater na trave quatro vezes neste ano, o FII enfim conquistou indicações suficientes para subir ao lugar mais alto do pódio.
A Órama, uma das corretoras a recomendar o fundo neste mês, justifica a escolha com base na expertise do time de gestão em CRIs. “Grande parte das operações foram originadas e estruturadas pela casa, o que traz um diferencial para o fundo”, afirma a corretora.
Uma das vantagens trazidas por essa característica é a possibilidade de negociação de melhores garantias e taxas para cada título, “além do monitoramento próximo das operações”.
Essa vigilância constante sobre o portfólio também é destacada pela gestora do FII, a Valora Investimentos, no último relatório gerencial.
“Todos os CRIs encontram-se adimplentes e, com base nos trabalhos de monitoramento e acompanhamento intensos e próximos de todos os ativos, a carteira do fundo continua saudável”, cita o documento.
A Órama destaca ainda o “spread acima dos pares do mercado” praticado pelo VGIR11, o que implica em remunerações mais elevadas para os cotistas. Nos últimos 12 meses o fundo acumulou uma distribuição de dividendos de R$ 1,24 por cota. A cifra equivale a uma rentabilidade líquida de CDI + 3,9% ao ano sobre a cota patrimonial do FII.
A renovação dos temores fiscais, o avanço da inflação e o risco de recessão global formaram um trio de ataque difícil de parar em novembro. Com isso, o IFIX — índice que reúne os principais FIIs da B3 — tomou uma goleada do cenário macroeconômico e recuou 4,15% no mês.
O campeão do mês passado, Bresco Logística (BRCO11), caiu mais de 9% e anotou um dos piores desempenho do período. Mas a notícia é boa para quem ainda não tem cotas do FII da carteira, pois o fundo costuma negociar com prêmio em relação aos pares do segmento logístico.
Já o Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), dono da outra medalha de ouro de novembro, contou com o portfólio indexado ao CDI para a defesa de sua remuneração e registrou uma queda bem menor, de 0,40%.
Veja a seguir como operaram todos os fundos dos top 3 das corretoras:
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões