O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na Europa, os investidores também monitoraram a decisão do Banco da Inglaterra, que elevou pela terceira vez a taxa de juros para conter a inflação
Ao que tudo indica, os investidores ficaram confortáveis com o aumento dos juros anunciado ontem pelo Federal Reserve (Fed): o S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram esta quinta-feira (17) em alta, ainda que os olhos dos gringos também estivessem sobre os eventos ligados à guerra entre Rússia e Ucrânia.
O banco central norte-americano elevou na quarta-feira (16) a taxa básica em 0,25 ponto percentual, como esperado, e previu um plano agressivo para empurrar os custos de empréstimos para níveis restritivos no próximo ano.
Os membros do Fed também reduziram suas projeções de crescimento econômico para o ano e elevaram as previsões para a inflação nos Estados Unidos.
Wall Street subiu hoje mesmo depois que o Kremlin supostamente descartou as notícias de progresso nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. No dia anterior, o Financial Times informou que os países fizeram “progressos significativos” na direção de uma trégua que poderia acabar com a guerra.
A quinta-feira também marcou um dia importante para a Rússia pagar cupons em seus títulos soberanos, que venceriam ontem, e evitar o calote.
Segundo a Reuters, citando uma fonte familiarizada com a situação, Moscou fez dois pagamentos em dólares e o dinheiro seria distribuído em breve aos detentores de títulos.
Leia Também
Entre os setores, o de energia obteve o maior ganho percentual, já que os preços do petróleo voltaram a subir para cerca de US$ 100 o barril novamente. Já tecnologia esteve entre os mais fraco dos 11 principais setores do S&P 500, após avançar acentuadamente na quarta-feira.
As bolsas europeias fecharam, em sua maioria, em alta nesta quinta-feira, com a reação dos investidores ao primeiro aumento de juros do Federal Reserve desde 2018.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,4%, com as ações de petróleo e gás subindo 2,2%.
Depois de o Fed elevar os juros nos Estados Unidos, hoje foi a vez do Banco da Inglaterra. O BoE aumentou a taxa básica pela terceira reunião consecutiva e adotou um tom dovish - favorável ao afrouxamento monetário - já que o conflito Rússia-Ucrânia deve manter a inflação mais alta por mais tempo.
O Comitê de Política Monetária do BoE votou por 8 a 1 em favor de um aumento adicional de 0,25 ponto percentual em sua principal taxa bancária, elevando-a para 0,75%.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo