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Impulsionadas pela recuperação do petróleo no mercado internacional, as ações da estatal e de outras empresas ligadas à commodity dominaram a ponta positiva do índice
Ontem nós te contamos como um sorriso é contagiante e o otimismo de Wall Street animou o Ibovespa. Nesta quarta-feira (19) a situação foi a inversa — mas, para a sorte do mercado nacional, o mau humor não é tão contagiante quanto seu antônimo.
O dia já começou com cautela nas bolsas internacionais após dados econômicos indicarem que a inflação na Zona do Euro avançou 1,2% em setembro.
As bolsas de Nova York — que chegaram a cair com a alta dos preços no velho continente e o maior rendimento dos títulos de 10 anos do Tesouro dos EUA, no pico da última década — se recuperaram do impacto e passaram a operar em leve alta no início do tarde.
Mas o apetite ao risco dos norte-americanos não resistiu aos dados sobre a economia do próprio país: os índices voltaram a cair após a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed).
No documento, a autoridade monetária diz que o "crescimento dos preços seguiu elevado”, mas espera "alguma moderação na alta".
Para arrancar de vez o sorriso de Wall Street, o dirigente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, afirmou que não será possível pausar a alta de juros americanos antes que o núcleo do CPI apresente uma deflação.
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Vale lembrar que o indicador — que exclui alimentos e energia — avançou 0,6% em setembro ante agosto. A previsão era de alta de 0,4%.
Por aqui, um dos efeitos da cautela internacional foi o avanço dos juros futuros. A abertura da curva, por sua vez, pressionou segmentos ligados ao consumo, como a construção civil e, principalmente, o varejo.
Americanas (AMER3), Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3), três dos principais nomes do setor, apareceram entre as maiores quedas do dia ao longo de todo o pregão — a primeira empresa anotou a maior queda da sessão.
Para a alegria dos investidores brasileiros, porém, a Petrobras (PETR4) e outras petroleiras da B3 ajudaram a devolver o sorriso ao rosto do Ibovespa. Impulsionadas pela recuperação do petróleo no mercado internacional, as ações ligadas à commodity dominaram a ponta positiva do índice.
Com isso, o Ibovespa, que alternou os sinais de alta e baixa durante boa parte da sessão, fechou o dia com um avanço de 0,46%, aos 116.274 pontos.
Já o dólar à vista passou o dia no terreno positivo, mas desacelerou após um leilão do Banco Central e subiu 0,37% hoje, cotado em R$ 5,2742.
Como antecipado no início do texto, mesmo em meio à volatilidade do Ibovespa as varejistas se mantiveram entre as maiores quedas do dia desde a abertura do pregão, com Americanas (AMER3), Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) alternando-se nas primeiras posições do ranking.
A Magalu deixou o amargo “top 5” no final da sessão, mas ainda foi uma das 10 ações que mais recuaram hoje. Veja abaixo:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 16,42 | -6,76% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 7,33 | -6,27% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 12,61 | -5,54% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 3,26 | -4,40% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 9,41 | -3,49% |
Fora do índice, a Tenda (TEND3) — ação de outro segmentos ligado ao consumo, a construção civil — chegou a entrar em leilão por oscilação máxima permitida e encerrou o dia em queda de 11,7%.
Já no lado das maiores altas do Ibovespa, um dos destaques foram as ações da Tim (TIMS3). O avanço da operadora aconteceu em meio a rumores de que a gigante de private equity CVC teria interesse na compra da Telecom Italia, segundo informações da Agência Italiana de Notícias (Ansa).
A companhia de telecomunicações foi acompanhada pelas ações ligadas ao petróleo na ponta positiva. O setor subiu em meio à recuperação da commodity no mercado internacional. Confira as maiores altas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 43,98 | 5,70% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 12,74 | 4,68% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 33,46 | 3,82% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 39,18 | 3,82% |
| VIVT3 | Telefônica Brasil ON | R$ 40,81 | 3,63% |
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