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Temores com uma recessão nos Estados Unidos e alta dos juros na Europa derrubaram o dólar, mas o Ibovespa teve um bom dia de valorização
A volatilidade é inerente ao mercado financeiro, mas existem momentos em que ela se torna ainda mais pronunciada e até espanta.
Não há como negar que estamos em um momento delicado e de alta incerteza. Existe uma guerra na Europa, uma pandemia ameaçadora na China e sinais de que a maior economia do mundo passa por apuros – e nenhum desses elementos costuma deixar os investidores sorrindo à toa.
Diante de um cenário com tantas incertezas, dias bons são mais limitados. As bolsas americanas reduziram o ritmo de queda que vinha sendo observado nos últimos dias, mas ainda assim não conseguiram fôlego para fechar no azul.
O Ibovespa, no entanto, foi na contramão. O principal índice da B3 conseguiu fechar o dia em alta de 0,71%, aos 107.005 pontos, muito ajudado pelo enfraquecimento do dólar em escala global e pelo sinal verde do Tribunal de Contas da União (TCU) para o processo de privatização da Eletrobras.
A moeda americana foi uma das maiores penalizadas após o Banco Central Europeu deixar claro que a elevação de juros deve se iniciar assim que o seu programa de compra de ativos se encerrar – e esse não deve ser um processo lento.
A valorização da libra e do euro pesou, mas as apostas cada vez mais altas de que os Estados Unidos correm o risco de encarar uma nova recessão também tiveram voz.
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As revisões cada vez menos otimistas para a economia americana fazem com que os investidores não consolidem suas apostas para o futuro do Federal Reserve – uma hora o posicionamento tende a ser agressivo, mas em outras, o mercado duvida que o Fed coloque o pescoço do Tio Sam em jogo.
Com isso, as commodities conseguiram um dia de valorização – amplamente benéfico para o Ibovespa, mas também para nossa balança comercial. O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,32%, a R$ 4,9168. O mercado de juros operou em queda.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,29% | 13,33% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,24% | 12,37% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,03% | 12,20% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,98% | 12,16% |
O Banco Central Europeu foi o protagonista das apostas do mercado nesta quinta-feira, quando o assunto foi o ritmo de elevação de juros.
De forma mais clara do que vinha sendo feito, o BCE afirmou que pode começar a subir juros assim que o programa de compra de ativos for encerrado. As declarações foram feitas na ata da última reunião de política monetária da instituição, quando a taxa de juros se manteve inalterada.
Além disso, o BC europeu indicou que o aperto monetário deve seguir por "algum tempo", tendo como objetivo o controle inflacionário.
A divulgação do documento fortaleceu moedas europeias – como a libra e o euro.
O minério de ferro apresentou leve alta durante a madrugada, mas o que impulsionou as ações da CSN Mineração e da CSN foram os programas de recompra de ações anunciados pelas empresas. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,44 | 8,82% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 18,86 | 6,98% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 15,12 | 5,59% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 7,07 | 5,52% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,93 | 5,30% |
Apesar de a Hapvida ter recuperado terreno na sessão de ontem, após ter anunciado a aprovação de um programa de recompra, a operadora de saúde voltou a operar em queda, ainda repercutindo, em partes, o balanço ruim apresentado no primeiro trimestre. Confira também as maiores quedas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 12,77 | -5,13% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 6,53 | -4,11% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 25,52 | -3,44% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 11,43 | -3,05% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 19,19 | -1,99% |
*Contribuição de Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos
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