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A expectativa é de que ocorra uma deflação nos preços na leitura preliminar de agosto; será a segunda queda seguida
Enquanto o mundo dos investimentos se prepara para o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole, a bolsa local acompanha a divulgação do IPCA-15 de agosto. A prévia da inflação oficial deve indicar um novo alívio nos preços na leitura deste mês.
Analistas acreditam que a medição preliminar do índice oficial de preços pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sinalizará a continuidade, em base mensal, de um processo de deflação.
A expectativa é de que o IPCA-15 marque uma deflação de 0,8% em agosto, levando a inflação acumulada em 12 meses a menos de 10% pela primeira vez desde setembro do ano passado.
De qualquer modo, a inflação no Brasil ainda deve demorar a retornar para a meta do Banco Central (BC).
Ontem (23), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, manifestou a expectativa de que a inflação feche 2022 abaixo de 6,5% neste ano. Entretanto, a autoridade monetária já jogou a toalha em relação ao cumprimento da meta — de 3,5% para 2022 — e o processo deflacionário precisa ser observado com cuidado.
Em um dia no qual os mercados internacionais de ações operam sem uma direção clara, os participantes do mercado brasileiro olham para a prévia do IPCA na busca por motivos para manter o rali observado na véspera.
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Ontem, salvo pelas commodities, o Ibovespa fechou em alta de 2,1%, enquanto o dólar à vista caiu 1,31%, cotado a R$ 5,0990.
Confira o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa nesta quarta-feira (24):
A inflação oficial do país registrou a maior queda na última leitura com o arrefecimento de preços em integrantes chave do índice.
Em julho, por exemplo, a queda dos preços dos combustíveis brilhou praticamente sozinha na deflação mensal de 0,68%. Quase todos os demais grupos do IPCA mantiveram-se em alta.
E, como a Petrobras tem anunciado novas quedas nos preços dos combustíveis, os ajustes ainda devem seguir repercutindo no índice por um tempo.
Ao mesmo tempo, a continuidade da deflação em agosto na comparação com julho deve manter a perspectiva de fim do agressivo processo de aperto monetário iniciado pelo BC em março de 2021.
No mundo das companhias listadas na B3, o mercado deve repercutir hoje a iminente troca de comando na Cielo (CIEL3).
A empresa formalizou proposta a Estanislau Bassols para o posto de CEO. O executivo está de saída da presidência da divisão brasileira da Mastercard. Se Bassols for confirmado pelo conselho, ele será o quarto CEO da Cielo em cinco anos.
Por isso, vale ficar de olho em como o mercado enxergará a troca da presidência — um novo “efeito Rial” vem aí?
Em meio à campanha eleitoral, as sabatinas dos principais candidatos no Jornal Nacional, da Rede Globo, fazem uma pausa hoje. Não por falta de entrevistado: a transmissão do futebol encurta o Jornal Nacional e dificultaria a manutenção dos critérios de tratamento isonômico.
Candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi entrevistado na segunda-feira. Ontem foi a vez de Ciro Gomes (PDT).
O ciclo de sabatinas será retomado na quinta-feira (25) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na sexta-feira (26), Simone Tebet (MDB) será a última a ser sabatinada.
Enquanto o cenário doméstico borbulha em eventos e indicadores, o exterior permanece com os mesmos problemas que pressionaram os índices na última semana.
As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram as negociações majoritariamente em queda hoje, refletindo a cautela da perspectiva de alta nos juros dos EUA. Porém, as ações caíram com mais força na China continental.
Isso porque o gigante asiático passa pela pior onda de calor em 60 anos, o que gerou a necessidade de um racionamento de energia. Dessa forma, o Shenzhen Composto caiu mais de 3%.
Por fim, as bolsas na Europa e os futuros dos Estados Unidos seguem mais ou menos pelo mesmo caminho. O apetite de risco é reduzido antes do início oficial do Simpósio de Jackson Hole.
Quem comenta os perigos e expectativas com Jackson Hole é o colunista do Seu Dinheiro, Matheus Spiess: “tradicionalmente, as falas podem dar mais cor sobre os próximos passos da política monetária americana e, de maneira mais genérica, do mundo desenvolvido”.
No ano passado, no evento de Wyoming, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse acreditar que as pressões inflacionárias provavelmente seriam transitórias. Ele logo percebeu que estava errado e teve que tentar recuperar o atraso (inflação fora de controle).
Leia a coluna completa dele aqui.
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