O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sem maiores indicadores para o dia, os investidores internacionais buscam novas pistas do aperto monetário do Federal Reserve
A semana caminha para o seu fim nesta sexta-feira (12), com o Ibovespa acumulando alta de 1,21% até o fechamento de ontem (11). As bolsas no exterior também vivem bons dias após o alívio com a inflação dos Estados Unidos na última quarta-feira (10).
Todo esse retrospecto para dizer que os investidores devem manter a “velocidade de cruzeiro” no pregão de hoje. Os índices futuros de Nova York abriram o dia em alta, enquanto as praças do Velho Continente também avançam em meio a dados locais.
Já o Ibovespa acompanha a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento sobre regulação de ativos digitais. Enquanto isso, a temporada de balanços segue a todo vapor e o índice brasileiro reflete o desempenho das empresas divulgado na noite de quinta-feira.
Saiba aqui o que mais movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa na sessão de hoje:
Sem maiores indicadores tanto no exterior quanto por aqui, o Ibovespa digere os balanços da temporada e acompanha os demais resultados agendados para hoje (veja a agenda mais abaixo).
Confira aqui alguns balanços antes da abertura do dia. O destaque vai para o setor de varejo da bolsa, que deve sofrer após os fracos resultados do Magazine Luiza, Americanas e Via — antiga Via Varejo:
Leia Também
Para hoje, a expectativa é com a divulgação dos balanços de Cemig, Cosan e da recém privatizada Eletrobras.
A corrida eleitoral já movimenta a bolsa com os diversos anúncios de alianças, chapas e candidaturas que vêm e vão. O noticiário político deve ganhar ainda mais importância com o início oficial da campanha na semana que vem.
Antes disso, os investidores digerem o evento que marcou a assinatura de uma carta a favor da democracia na tarde de ontem, na faculdade de direito da Universidade de São Paulo.
O documento ganhou ainda mais notoriedade após atingir um milhão de assinaturas. Durante o evento, houve manifestações contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que constantemente critica o sistema eletrônico de votação.
Após uma semana de altos e baixos, os índices lá fora buscam ampliar os ganhos com o otimismo após os dados inflacionários dos EUA.
Estados Unidos e Europa seguem em alta, mesmo com o Federal Reserve tendo avisado que o ciclo de aperto monetário não acabou com a inflação mais controlada. Na Ásia, os investidores não deram um único direcionamento para as bolsas, que fecharam a sessão em um movimento de reação cautelosa.
Antes da abertura:
Após o fechamento:
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano