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Com a agenda econômica esvaziada e a temporada de balanços ainda longe de engrenar, as atenções dos investidores voltam-se para o cenário eleitoral
Fortes emoções estão garantidas para hoje. Mas não por causa de nenhuma final de campeonato decidida nos pênaltis. O puxa-empurra observado ontem nos mercados financeiros persiste nesta quinta-feira (20) e coloca o investidor em bolsa no meio do liquidificador.
Os investidores encontram dificuldade para manter os ativos de risco em território positivo diante da incerteza com relação aos rumos da economia global.
Os motivos de tensão são múltiplos e têm origem em diferentes partes do globo. Do Japão aos Estados Unidos, o efeito é sentido com mais força nos juros projetados dos títulos da dívida das economias desenvolvidas, que viram um salto nesta manhã — e são o principal ponto de fuga dos recursos em ativos de risco.
O Treasury de 10 anos dos Estados Unidos, o título de renda fixa mais popular do planeta, ronda os 4,15% de retorno, próximo das máximas históricas para este investimento.
Com isso, os índices futuros de Nova York amanheceram no vermelho juntamente com as bolsas de Nova York. A volatilidade tomou conta nesta manhã, com algumas altas pontuais, mas o sinal predominante segue negativo.
Na véspera, impulsionado pela Petrobras (PETR3;PETR4), o Ibovespa conseguiu fechar no azul depois de passar o dia sem firmar uma direção clara. O principal índice da B3 fechou o dia com um avanço de 0,46%, aos 116.274 pontos. Já o dólar à vista subiu 0,37% hoje, cotado em R$ 5,2742.
Leia Também
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta quinta-feira:
A inflação ao produtor na Alemanha atingiu em setembro a taxa anualizada de 45,8% em setembro. No Japão, o Banco Central anunciou operações emergenciais de compra de bônus enquanto o iene cai ao nível mais baixo ante o dólar desde agosto de 1990.
Já o Reino Unido, a reversão do plano fiscal da primeira-ministra Liz Truss parece não ter sido suficiente.
A chefe de governo completa 45 dias no cargo e já enfrenta pressões para que renuncie. Seus colegas conservadores estão preocupados com o avanço do Partido Trabalhista nas pesquisas.
Um projeto de lei para proibir o fracking proposto pela oposição chegou a ser tratado por líderes conservadores como um voto de confiança em Truss na última quarta-feira (19), ocasionando cenas dignas de filmes pastelão na Câmara dos Comuns.
Em meio à crise, a ministra de Interior Suella Braverman entregou uma carta de renúncia recheada de críticas ao governo Truss.
Por fim, nos Estados Unidos, os diretores do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) quebram a cabeça para combater a inflação sem fazer com que a alta das taxas de juro pese demais sobre a economia.
A disparada do retorno dos títulos do Tesouro americano mostra que os investidores preferem manter uma posição mais defensiva neste cenário do que arriscar em bolsas ou outros ativos de risco.
Em outras palavras, a pressão sobre os índices deve continuar ao longo dos próximos dias, enquanto não houver uma melhor definição do futuro da economia global.
As terras brasileiras andam paradas, sem maiores indicadores nesta semana que já caminha para o seu penúltimo dia. O Ibovespa tende a acompanhar o exterior e digerir alguns eventos do cenário doméstico hoje.
Por aqui, o Assai divulga seu resultado trimestral e o Grupo Pão de Açúcar publica seu relatório de vendas. Mas só depois do fechamento.
Com a agenda econômica esvaziada e a temporada de balanços ainda longe de engrenar, as atenções dos investidores voltam-se para o cenário eleitoral a dez dias do segundo turno.
Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 52% dos votos válidos e Jair Bolsonaro (PL) com 48%. No limite da margem de erro, o cenário configura empate técnico.
O estreitamento da diferença entre os candidatos acende uma luz amarela para os investidores. Uma possível reeleição do presidente Bolsonaro coloca a pauta das privatizações no centro do debate — tendo em vista que seu opositor é avesso ao tema.
O ex-presidente estagnou nas pesquisas, ainda que mantenha a preferência em todos os levantamentos. Entretanto, o atual mandante do Palácio do Planalto vem ganhando terreno com os sucessivos pacotes de bondades, como a disponibilização de crédito consignado de beneficiários do Auxílio Brasil.
Assim, a disputa que já estava acirrada ganha ainda mais tensão e o futuro da eleição fica cada vez mais opaco com um leque de possibilidades. O pleito, como dizem os analistas, será decidido no detalhe.
Antes da abertura:
Após o fechamento:
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