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RESUMO DO DIA: A proximidade da reunião do Federal Reserve, que decidirá sobre o futuro dos juros nos EUA, pressiona as bolsas por mais um dia. O dólar é a bola da vez no cenário doméstico, com um novo leilão do BC realizado pela manhã e injetando mais dólares no mercado. Por aqui, o Ibovespa acompanha as ameaças ao teto de gastos antes da Super Quarta.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Em um dia de grande volatilidade, o Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,10%, aos 106.528 pontos.
Em antecipação à nova elevação de juros que deve ser anunciada amanhã e ao leilão de US$ 1 bilhão realizado pelo Banco Central nesta terça-feira, o dólar à vista fechou o dia em queda de 2,15%, a R$ 4,9635.
Os resultados do primeiro trimestre de PetroRio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) devem refletir um cenário mais favorável para o setor de exploração de petróleo.
Segundo o BTG Pactual, a alta de 23% do Brent — usado como referência internacional — será o principal fator, mas o crescimento da produção também ajudará a gerar resultados fortes para ambas as empresas.
Na visão do banco, a RRRP3 deve ser o destaque positivo, com a expectativa do Polo Macau, na Bacia Potiguar, gerar mais alavancagem operacional e diluir os custos fixos.
O leilão feito mais cedo pelo Banco Central para injetar recursos no sistema financeiro tem sustentado uma queda expressiva do dólar nesta tarde. A bolsa brasileira, no entanto, segue sem conseguir se firmar em um movimento distinto.
Instável, o Ibovespa acompanha a pouca força mostrada pelos índices em Nova York. Com a liquidez reduzida, já que os principais centros financeiros da Ásia estão fechados para a celebração de um feriado, os investidores aguardam o desfecho da Super Quarta.
Após tentativas frustradas de negociação, os servidores do Banco Central (BC) retomam a greve nesta terça-feira (03), por tempo indeterminado. A nova paralisação foi aprovada na assembleia geral do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) na última sexta-feira (29).
A greve do BC começou em 1º de abril, mas foi suspensa por duas semanas, entre os dias 20 de abril e 02 de maio. O sindicato considera que faltou diálogo entre o governo e os servidores na negociação das reivindicações da categoria.
Embora o dia venha sendo marcado pela volatilidade dos ativos em nível global, as bolsas em Wall Street parecem ter se firmado em alta na última hora, dando maior firmeza ao Ibovespa:
A indefinição de sentido em Nova York tem deixado a bolsa brasileira instável, mas o mercado de juros opera em alta firme antes da reunião do Copom.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,12% | 13,08% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,23% | 12,15% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,08% | 12,00% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,07% | 11,98% |
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 6,64 | -3,63% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 42,80 | -2,44% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 30,97 | -2,36% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 10,54 | -2,14% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 17,98 | -2,07% |
O compasso de espera pela Super Quarta permite que ativos que sofreram nos últimos dias busquem uma recuperação. É o caso das empresas do setor de aéreo e de consumo.
Outro destaque positivo importante são as ações da Localiza. A companhia mostrou uma melhora em suas margens no primeiro trimestre e leva de carona as ações de outras empresas do setor.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RENT3 | Localiza ON | R$ 53,30 | 3,56% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 16,05 | 3,48% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 21,05 | 3,24% |
| LCAM3 | Locamérica ON | R$ 23,45 | 2,99% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 14,71 | 2,87% |
A expectativa pela Super Quarta segue sendo o grande destaque do mercado financeiro com o início das reuniões que irão definir os próximos passos da política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.
Por aqui, o Ibovespa tenta se recupera do tombo visto logo na largada do mês, e opera em leve alta. Depois de subir mais de 2% ontem, o dólar à vista reage ao leilão de US$ 1 bilhão realizado pelo Banco Central e recua.
Ibovespa encerra leilões de abertura em alta de 0,25%, aos 106.909 pontos, enquanto o dólar à vista cai 0,92%, negociado a R$ 5,0823 no mesmo horário.
O mercado de juros futuros (DIs) permanece estável mesmo com a perspectiva de um Copom mais duro pela frente.
A alta de juros da próxima reunião do Comitê do Banco Central já está praticamente precificada no mercado, como conta Matheus Spiess, da Empiricus, em seu morning call diário.
Agora, os investidores aguardam os próximos passos do BC em relação à política de juros e panorama inflacionário cada vez mais complicado.
| CÓDIGO | NOME | TAXA | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,12% | 13,07% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,17% | 12,16% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,01% | 12,00% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,99% | 11,99% |
O IBGE acaba de divulgar os dados de produção industrial de março. O resultado veio levemente acima da mediana das projeções dos analistas ouvidos pelo Broadcast.
De acordo com o instituto, a atividade industrial teve alta de 0,3% no mês, contra a mediana positiva em 0,2%.
Em relação aos últimos 12 meses, a produção industrial caiu 2,1%, levemente menor do que a projeção de queda de 2,8%.
Ibovespa futuro abriu a sessão de hoje com alta volatilidade, tentando sustentar um avanço de de 0,24%, aos 108.190 pontos, nos primeiros minutos do pregão.
Por sua vez, o dólar à vista é negociado em queda de 0,81%, cotado a R$ 5,8912.
As bolsas na Europa tentam uma recuperação nesta terça-feira, sustentadas pelos balanços locais positivos. Mas do lado negativo pesa a cautela internacional antes dadecisão de juros do Federal Reserve.
O tão esperado evento da Super Quarta também pressiona os futuros das bolsas nos Estados Unidos, que aguardam a publicação do relatório Jolts de emprego hoje.
Essa publicação precede o payroll, a folha de pagamento dos EUA, na próxima sexta-feira (06).
O primeiro dia da reunião do Copom do Banco Central para decidir sobre a alta da Selic começa com um gosto amargo para o investidor.
A bolsa local caiu 10% em abril e, no primeiro pregão de maio, outros 1,15%, encerrando os negócios aos 106.638,64 pontos.
Mas a estrela da sessão da última segunda-feira (02) foi o dólar.
A moeda norte-americana disparou com a aversão ao risco internacional e atingiu os R$ 5,0727, uma alta de 2,63% só ontem.
A pressão sobre o dólar fez o nosso Banco Central anunciar um leilão de swap cambial extra nesta terça-feira (03).
Esse cenário pode ser ainda mais desafiador para que Roberto Campos Neto, presidente do BC, encerre o ciclo de altas da Selic no patamar de 12,75%.
A autoridade monetária já trabalha com a hipótese de um cenário alternativo com a disparada do petróleo em meio à inflação desenfreada — a queda do dólar no último mês chegou a dar certo alívio nas projeções, mas a nova alta dissipou esse otimismo.
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
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Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
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O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
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Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
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Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
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