O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Itaú BBA decidiu retomar nesta quinta-feira (21) a cobertura das ações do Banco Inter, que havia deixado na prateleira por meses
Se no relatório mais recente sobre o setor bancário o Itaú BBA mandou ficar longe dos bancos digitais - especificamente Nubank e Banco Pan -, o Inter parece ter mudado a cabeça dos analistas.
O Itaú BBA decidiu retomar nesta quinta-feira (21) a cobertura das ações do Banco Inter, que havia deixado na prateleira por meses. E a análise já voltou com recomendação de compra, por vários motivos.
Mas, já antecipando, o cálculo do preço-alvo do papel ficou em US$ 8, o que significa um potencial de alta de 190% em relação ao fechamento de ontem, a US$ 2,76.
Seria aproximadamente o valor de R$ 20/ação definido para o antigo ticker BIDI11, ou igual a R$ 44 da BDR INBR31. Isso resulta num potencial de alta de 193% comparado ao fechamento de ontem, a R$ 15.
O Itaú BBA enxerga os bancos digitais no Brasil enfrentando um cenário macroeconômico desafiador, tanto do ponto de vista da captação de clientes quanto da qualidade de crédito.
“Os brasileiros também estão hiperbancarizados, deixando menos espaço para os bancos recém-chegados e induzindo uma mudança para monetização, segmentação e/ou consolidação”, escreveram os analistas em relatório.
Leia Também
Em meio a esse cenário, o Itaú BBA acredita que o Inter tem potencial para ser um dos bancos vencedores por ter as seguintes características: marca consolidada, carteira de crédito e de serviços mais avançada e base significativa de clientes, de cerca de 19 milhões.
Mas, ao mesmo tempo, os analistas decidiram diminuir suas expectativas em relação aos resultados do Inter.
As previsões para o lucro do banco digital em 2022, por exemplo, caíram de R$ 295 milhões para R$ 198 milhões. Os cortes atingiram as expectativas de lucro até 2025, que passaram de R$ 3,393 bilhões para R$ 2,130 bilhões.
“Os ganhos de curto prazo não serão ótimos e as tendências macro continuam sem suporte para histórias de crescimento. O Inter, no entanto, está vendo seu valuation claramente deslocado para o bom ativo estratégico de longo prazo que ele é”, disse o Itaú BBA.
O banco já prevê uma melhora no lucro do Inter no quarto trimestre de 2022. Isso seria fruto de esforços para melhorar a margem financeira líquida (NII) e reduzir o risco e os custos de crédito.
O Itaú BBA também reduziu a previsão para os índices de retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) de longo prazo, passando de 25% para 20%.
“Embora o banco não esteja gerando ROE significativo, também não está perdendo”, escreveram os analistas.
Assim, com previsões revistas para baixo e custo de capital mais alto, o valor justo para os papéis do Inter também foi reduzido, chegando a US$ 8.
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista