O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco central norte-americano elevou pela segunda vez seguida a taxa de juro em 0,75 ponto percentual, mas calibre do aumento não assustou os investidores em Wall Street
Wall Street viveu nesta quarta-feira (27) um dia que estava apenas nas lembranças dos investidores: uma explosão de ganhos do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq — patrocinada pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.
Os três principais índices de ações de Nova York iniciaram o dia já em alta, basicamente embalados pelos balanços das grandes empresas de tecnologia dos EUA.
E se mantiveram em campo positivo após o anúncio da decisão do Fed de elevar, mais uma vez, a taxa de juro em 0,75 ponto percentual (pp) para tentar conter a maior inflação nos EUA em 41 anos.
Essa é a ação consecutiva mais rigorosa desde que o Fed começou a usar a taxa básica como principal ferramenta de política monetária, no início dos anos 1990.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:
O Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq atingiram máximas da sessão à tarde, quando Powell deixou a porta aberta sobre o tamanho do movimento do juro na próxima reunião, em setembro, e indicou que a tendência era de redução da magnitude dos aumentos.
Leia Também
Apesar de ter dado esperanças aos investidores de que o Fed seguirá aumentando a taxa básica, mas em ritmo menor, Powell tentou manter os pés no chão.
“Não vamos medir esforços para trazer a inflação para a meta no longo prazo e se precisarmos ser mais agressivos do que já estamos sendo agora, não vamos hesitar”, disse ele.
Mas a cereja do bolo veio quando Powell negou que a economia dos EUA esteja em recessão. O presidente do Fed afirmou que haverá uma desaceleração do crescimento diante da magnitude do aperto monetário.
Ele alegou que esse crescimento menor era o preço que o Fed teria que pagar para manter a inflação sob controle — o que, segundo ele, é um dano aceitável para não comprometer o futuro da maior economia do mundo.
Os mercados europeus fecharam antes do anúncio da decisão do Fed, mas ainda assim terminaram a sessão em alta como o S&P 500, o Nasdaq e o Dow Jones.
O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,5%, com as ações de viagens e lazer avançando 3% para liderar os ganhos.
Os investidores globais estavam focados hoje na decisão de política monetária nos EUA. Como muitos bancos centrais ao redor do mundo, o Fed está agindo agressivamente para conter a inflação em um cenário de desaceleração da atividade econômica.
As preocupações com a economia global se aprofundaram na terça-feira (26), depois que o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou as projeções de crescimento mundial para 2022 e 2023, classificando as perspectivas como “sombrias e mais incertas”.
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário