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Como o atual momento de escassez mundial pode acabar afetando seus investimentos? Esse é o assunto que o analista Matheus Spiess explica no vídeo de hoje
O mundo está passando por uma grande crise energética. E o assunto é extremamente delicado, pois envolve aspectos complexos. Na transição para energia limpa, nos encontramos hoje em um cenário de escassez. Os reflexos da falta de energia já podem ser sentidos no bolso, mas eles podem afetar seus investimentos?
No vídeo de hoje, o analista Matheus Spiess, da Empiricus, vai te explicar os motivos que estão causando toda a alta de preços e apagões ao redor do globo. Confere só:
O racionamento de energia já é um tema que possuímos certa familiaridade, seja de forma direta ou indireta. No Brasil, um período assim já ocorreu no início dos anos 2000, e agora, com a nova tarifa vermelha nas contas de luz, muitos já o fazem com medo dos altos valores no fim do mês.
No entanto, globalmente vive-se uma crise sem precedentes. Além das sequelas causadas pela pandemia, alguns dos maiores players veem uma escassez que leva ao aumento de preços no mercado. Na China, por exemplo, a falta do carvão já está deixando diversas províncias em racionamento, com o risco de não haver energia suficiente para o inverno.
E esta falta de energia no país asiático não prejudica apenas a sua população: na verdade, o resto do mundo é afetado. A China é uma das maiores potências e economias, logo, uma desaceleração grande de sua economia pode significar um impacto negativo para países menores e parceiros comerciais.
E por conta dos fatores anteriores, entra em cena um conceito que, até então, havia ficado de lado: a inflação verde. Com a transição para a matriz energética mais limpa, está havendo um desajuste. A oferta de petróleo diminuiu, além do investimento em combustíveis fósseis nos últimos anos.No entanto, esqueceu-se um fator primordial: a geração de energia ainda é muito dependente destes.
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Ainda que na tentativa de usar mais produtos verdes, onde se injetou mais dinheiro ultimamente, viu-se que não era possível depender apenas deles. Logo, gerou-se uma inflação ‘verde’.
A corrida compensatória para não precisar usar das fontes não renováveis criou um boom pelos produtos chamados ‘marrons’ (que emitem carbono), que eram necessários para sua produção.
E justamente seguindo a ‘pegada verde’, as empresas e produtos com a abordagem ESG acabaram se tornando mais visadas, em um esforço para tentar consertar os danos da shortage de energia. No entanto, essa grande alta dá uma vantagem para a ‘velha economia’: os componentes de origem fóssil acabam por se tornar mais baratos, por serem menos visados.
Os países precisam passar por um momento de alta de juros curtos, para reequilibrar sua economia, já que houve uma política muito apressada e voltada para a sustentabilidade.
Ainda, o momento ocorrido na pandemia foi de uma taxa de juros relativamente baixa, visando estimular o consumo e trazer mais liquidez para sua economia. Agora, a situação se tornou insustentável, e é necessário conter os danos que foram causados por essa corrida desenfreada.
Com isso, há por exemplo a rotation trade. Fazer a rotação dos investimentos para teses de companhias onde o fluxo de caixa está no presente, não se prejudicando pelas possíveis mudanças econômicas do futuro, que podem impactar em seus ganhos.
Os investimentos na velha economia (as commodities que foram deixadas de lado) também trazem viabilidade aos investimentos enquanto não há uma consolidação exata da ‘pegada verde’.
E aí, deu pra entender o que é que está rolando no globo e como se posicionar para se proteger disso? Se quiser conferir a explicação completa, é só dar o play no vídeo aí em cima, que o analista Matheus Spiess dá todos os detalhes.
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