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Queda no lucro líquido resultou dos aumentos das rubricas depreciação e despesa financeira
A Telefônica Brasil, dona da Vivo, teve lucro líquido de R$ 942 milhões no primeiro trimestre de 2021. O montante foi 18,3% menor do que no mesmo período de 2020, de acordo com dados do seu balanço, publicado nesta terça-feira, 11.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente somou R$ 4,455 bilhões, aumento de 0,5% na mesma base de comparação.
A margem Ebitda passou de 40,9% para 41,1%. A receita operacional líquida totalizou R$ 10,849 bilhões, uma leve alta de 0,2%.
A Telefônica expandiu a sua base de clientes e de receitas oriundas dos seus principais serviços, como banda larga via fibra ótica. No entanto, a queda no lucro líquido resultou dos aumentos das rubricas depreciação e despesa financeira, parcialmente compensadas por menores impostos no período.
A depreciação e a amortização aumentaram 5,9%, para R$ 2,905 bilhões, refletindo a maior depreciação da base de ativos e o crescimento do número de contratos de leasing.
O resultado financeiro líquido gerou uma despesa de R$ 315 milhões, que foi 61,7% maior na comparação anual. Essa alta veio do maior endividamento relacionado a contratos reconhecidos como leasing em função da prática contábil IFRS16.
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen