O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O resultado foi beneficiado pela alta do barril de petróleo no mercado internacional, mas sentiu o peso da valorização do dólar.
A decisão da Petrobras de promover reajustes constantes para acompanhar a alta do petróleo no mercado internacional não agradou o governo e terminou com a saída de Roberto Castello Branco do comando da companhia, mas garantiu que a estatal fechasse o primeiro trimestre de 2021 com um lucro de R$ 1,6 bilhão.
A cifra é suficiente para reverter o prejuízo de R$ 48,5 bilhões registrado no mesmo período do ano passado - quando o barril de petróleo despencou devido a crises geopolíticas e os primeiros efeitos da crise do coronavírus começaram a ser sentidos, levando a petroleira a realizar baixas contábeis bilionárias no balanço-, mas não deve agradar parte do mercado, que esperava algo mais parrudo.
A receita de vendas foi de R$ 86,17 bilhões, com destaque para o diesel e a valorização do petróleo. No mercado interno, a companhia viu a sua receita líquida de venda recuar com querosene de aviação, nafta e renováveis e nitrogenados. As exportações recuaram 7,7% no comparativo com o ano anterior - com destaque negativo para o petróleo e outros derivados da commodity.
O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi um dos principais destaques do trimestre, com um aumento trimestral de 36%, a R$47,7 bilhões, "mesmo com menores volumes de vendas".
A administração da companhia destaca que o lucro líquido recorrente foi impactado pelo efeito da depreciação do real sobre a dívida em dólar - na cotação média do primeiro trimestre do ano, a moeda estava valendo 22,6% mais do que no mesmo período do ano passado. Já o barril Brent, utilizado como referência para o reajuste de preços.
O endividamento líquido caiu para US$ 58,42 bilhões,uma retração de 7,5% em comparação ao fechamento do ano passado, com uma redução de US$ 18,3 bilhões na dívida bruta na comparação anual e de US$ 4,6 bilhões na comparação trimestral, fechando em US$ 71,0 bilhões.
Leia Também
No primeiro demonstrativo financeiro assinado pelo novo CEO, Joaquim Silva e Luna, o indicado do governo destaque que "os números demostram a capacidade do nosso time de gerar resultados sustentáveis para os nossos investidores e para a sociedade em geral, mesmo em um contexto desafiador".
Silva e Luna também expressa preocupação no mercado com a imagem passada pelas recentes movimentações da companhia ao declarar que a "Petrobras continuará a trajetória de geração de valor, com uma gestão pautada na transparência, no diálogo e na racionalidade e com investimentos concentrados nos ativos em que somos reconhecidos como líderes mundiais”.
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa
Autuação cita descarga de fluido de perfuração no mar; estatal tem 20 dias para pagar ou recorrer, enquanto ANP libera retomada da perfuração
Banco do DF diz que ações são preventivas e que eventual aporte ainda depende do desfecho das investigações
Segundo a estatal, alienação de ativos ociosos começa em fevereiro e pode arrecadar até R$ 1,5 bilhão para fortalecer investimentos e sustentabilidade da empresa
Jovem de 18 anos fatura R$ 1,6 milhão em apenas um mês com o Beerzooka, acessório para bebidas criado com impressora 3D
Para 2026, a gigante automobilística busca um aumento na receita líquida e na margem ajustada de lucro operacional; UBS diz se a ação ainda vale a pena
Às vésperas dos resultados da safra 2025/2026 (3T26), a corretora rebaixou a Raízen e manteve cautela com o setor sucroenergético, por isso, a aposta do segmento veio com ressalvas
De acordo com vazamentos de sites especializados, a versão mais acessível do iPhone 17 deve ser lançada ainda no mês de fevereiro.