O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fala contradiz declarações de Jair Bolsonaro criticando os altos lucros da empresa e os preços dos combustíveis vendidos em suas refinarias
A maior contribuição da Petrobras (PETR4) para a sociedade são os pagamentos de tributos e dividendos para a União, que pode usar esses recursos para implantar políticas sociais, afirmou o presidente da companhia, general Joaquim Silva e Luna, um dia após a companhia divulgar um forte resultado no terceiro trimestre do ano e antecipar bilhões em pagamento para seus acionistas.
A fala contradiz declarações feitas na véspera pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, horas antes do anúncio do resultado da estatal, criticando os altos lucros da empresa e os preços dos combustíveis vendidos em suas refinarias.
Mais uma vez, o presidente da estatal argumentou que não controla a cotação internacional do petróleo, uma das variáveis consideradas no cálculo de reajuste dos combustíveis. Reiterou também que o retorno à sociedade acontece, principalmente, por meio do pagamento de dividendos à União, seu acionista majoritário.
"Acionista majoritário (governo) recebe a maior parte e decide empregar em política pública o que a Petrobras não pode fazer. Existe grande desconhecimento da sociedade sobre o que a Petrobras pode fazer. Não podemos fazer políticas públicas, temos que cumprir a lei", destacou Luna.
O preço da commodity tem disparado no mercado internacional, operando desde o início de outubro no patamar dos US$ 80 o barril, afetando os preços dos seus derivados no mercado interno. Com esse avanço, a Petrobras precisa ajustar seus preços para não perder competitividade no mercado e evitar o desabastecimento, justificou Luna.
Ele negou que esteja se sentindo pressionado pelos caminhoneiros, que ameaçam com uma greve no próximo dia 1º de novembro, tendo entre as reivindicações a queda do preço do diesel. Para o general, a questão do preço dos combustíveis está sendo tratada pelo Congresso Nacional e o governo, mas admitiu que a Petrobras pode ser um pouco mais sensível ao assunto, sem dar detalhes.
Leia Também
"Sabemos que o Congresso está estudando com o governo soluções que vão desde de um fundo amortecedor, vale-gás, vale-caminhoneiro... A Petrobras está atenta, mas no sentido de se sentir pressionado não, mas a Petrobras pode ser mais sensível ao que está acontecendo", afirmou Luna.
A Petrobras divulgou na noite de quinta-feira (28) lucro de R$ 31 bilhões e antecipou a distribuição de R$ 31,8 billhões para seus acionistas, entre eles a União, que somados ao dividendos já anunciados em agosto, de R$ 31,6 bilhões, garante aos acionistas pelo menos R$ 63,4 bilhões, cerca de US$ 12 bilhões.
Durante as apresentações ao longo da sexta-feira para trazer o resultado para analistas e jornalistas, Luna explicou que a decisão do Conselho de Administração, de antecipar a remuneração, "é consistente com nossa política de remuneração e compatível com a sustentabilidade financeira da companhia". e reafirmou o compromisso da empresa de dar retornos cada vez melhores aos acionistas.
"Fazemos questão de que o máximo de eficiência dos nossos resultados gere o máximo de tributos e dividendos para a União, a gente pensa nos mais vulneráveis e de quem precisa para seu trabalho, com os caminhoneiros", disse o presidente da Petrobras.
De acordo com o diretor Financeiro e de Relações com os Investidores da empresa, Rodrigo Araújo, afirmou que em um cenário positivo, a empresa poderá pagar um volume de dividendos superior a 60% do fluxo de caixa, previsto em sua política de remuneração. Anunciou ainda possível antecipação de mais dividendos no quarto trimestre do ano.
Araújo lembrou que a dívida bruta da empresa chegou ao patamar de US$ 160 bilhões em meados da década passada, mas que agora está dentro da meta estabelecida para daqui a 15 meses, em cerca de US$ 60 bilhões. "É um marco importante porque nos coloca com uma alavancagem igual às nossas concorrentes", disse. Segundo ele, a companhia atingiu um nível de alavancagem "ótimo".
O executivo informou ainda, que o próximo Planejamento Estratégico da companhia, para o período de 2022-2026, deverá ser divulgado entre o final de novembro e o início de dezembro, e confirmou a participação no próximo leilão de petróleo e gás do governo, em dezembro, no qual já exerceu seu direito de preferência de ficar com pelo menos 30% dos ativos ofertados, os campos de Atapu e Sépia, no pré-sal da bacia de Santos.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira