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Rede de oncologia clínica para o tratamento contra o câncer, companhia definiu o preço da ação a R$ 19,75, abaixo do piso da faixa indicativa, de R$ 22,21 a R$ 30,29
A Oncoclínicas, rede de oncologia clínica para o tratamento contra o câncer, movimentou R$ 3,6 bilhões em uma oferta pública de ações (IPO), na sigla em inglês) na B3.
A companhia definiu o preço da ação a R$ 19,75, abaixo do piso da faixa indicativa, entre R$ 22,21 e R$ 30,29. As ações da empresa serão listadas no Novo Mercado da B3 na próxima terça-feira (10), com o código "ONCO3".
O IPO da empresa de saúde é composto por uma oferta primária, em que os recursos vão para a companhia, e uma oferta secundária, em que o dinheiro fica com os sócios vendedores.
Os fundos Josephina e Josephina II, do Goldman Sachs, são os sócios vendedores, de acordo com a Oncoclínicas.
A empresa pretende usar os recursos levantados para financiar aquisições, projetos de investimento e capital de giro. Goldman Sachs, Itaú BBA, Citi, UBS BB, JPMorgan, Santander e XP são os coordenadores da oferta.
O setor de saúde na B3 já tem protagonizado ofertas gigantes e aquisições importantes para a consolidação nacional.
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A Oncoclínicas se diferencia por atuar especificamente como rede de clínicas de tratamento contra o câncer. Criada em 2010, em Belo Horizonte (MG), a companhia diz ter a maior receita entre os pares privados do setor na América Latina.
A estrutura da companhia inclui 69 unidades, com clínicas e laboratórios em 20 cidades brasileiras. A Oncoclínicas tem ainda um laboratório de bioinformática nos Estados Unidos.
No ano passado, a rede de clínicas registrou receita líquida de R$ 2,04 bilhões, alta de 20,4% sobre 2019, com a margem Ebitda de 15,36%.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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