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Negociações têm por objetivo investimento e não visam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da empresa
A Méliuz (CASH3) informou que recebeu o comunicado abaixo da Truxt Investimentos sobre redução de participação acionária relevante, em um momento em que as ações da companhia acumulam forte baixa na B3 nos últimos três meses.
“Em negociações realizadas ao longo dos últimos pregões, fundos ou carteiras de investimento geridos pela Truxt alienaram ações ordinárias de emissão de Méliuz, passando a deter, em conjunto, um total de 35.307.967 ações de mesma classe (CASH3)", diz trecho do comunicado.
O total detido pelo fundo representa agora aproximadamente, 4,39% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, segundo a Méliuz. As negociações têm por objetivo investimento e não visam alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da empresa.
"Tampouco foram celebrados quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários emitidos pela companhia", disse a Méliuz.
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Voltando à Méliuz (CASH3), as ações da empresa acumulam queda de mais de 20% nos últimos três meses, puxadas por uma onda maior de aversão ao risco na bolsa brasileira.
A tempestade perfeita que vem deteriorando o cenário macroeconômico brasileiro levou o Itaú BBA , por exemplo, a cortar a projeção para o desempenho do Ibovespa em 2021 e a promover alterações em sua carteira de modo a assumir posições mais defensivas.
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“Estamos ajustando nosso portfólio, reduzindo a exposição a papéis de alto índice de crescimento e incluindo posições mais defensivas”, disseram os autores do relatório ao justificarem a remoção de Bradesco (BBDC4), Magazine Luiza (MGLU3) e Méliuz (CASH3) e a inclusão de Energisa, Eneva e WEG.
Segundo dados da plataforma TradeMap, quatro entre sete casas recomendam a compra das ações da Méliuz, sendo que duas delas tem recomendação de "manutenção".
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
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