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Notícia adiantando que a empresa foi escolhida pela estatal para continuar as negociações fez suas ações subirem 13,51%
A Eneva (ENEV3) confirmou na segunda-feira (1º) à noite que está negociando com a Petrobras (PETR4) para adquirir o chamado Polo Urucu, que compreende sete concessões de produção de petróleo, condensado e gás natural na Bacia do Solimões, no Amazonas.
A informação, adiantada ontem pelo site “Brazil Journal”, fez as ações da Eneva fecharem em alta de 13,51%, a R$ 71,06.
A Petrobras anunciou em dezembro que iria realizar uma nova rodada de recebimento de ofertas vinculantes pelo Polo. Na ocasião, além da Eneva, estava na disputa a 3R Petroleum (RRRP3).
A nova rodada ocorreu em meio a conversas no mercado sobre a viabilidade das propostas. Segundo divulgou o colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo” na ocasião, a 3R não conseguiu apresentar garantias bancárias para bancar sua proposta, de US$ 1 bilhão.
A Eneva, por sua vez, teria oferecido US$ 600 milhões. A Petrobras informou apenas que os valores “guardam proximidade com as parcelas firmes das propostas”.
As sete concessões de produção do Polo Urucu estão localizadas nos municípios de Tefé e Coari, a cerca de 650 quilômetros de Manaus.
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Descoberta em 1986, trata-se da maior reserva provada terrestre de petróleo e gás natural do Brasil, com produção média de 16,5 mil barris de óleo e condensado por dia, 14,3 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, além de 1,1 mil toneladas por dia de gás liquefeito de petróleo (GLP).
O processo de venda foi anunciado no final de junho e compreende as concessões e suas instalações e as unidades de processamento da produção de petróleo e gás natural e instalações logísticas de suporte à produção.
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
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