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Desde o dia 6 de novembro, Elon Musk vendeu cerca de 12,9 milhões de ações, embolsando US$ 14 bilhões, mas acionistas estão preocupados com os efeitos dos tuites de Musk na cotação dos papéis
Os tuítes de Elon Musk são observados de perto por boa parte do mundo e já foram motivos de dor de cabeça para o homem mais rico do mundo, mas parece que nem todo mundo está feliz com a forma que o CEO da Tesla conduz suas redes sociais.
Um sócio da empresa de carros elétricos entrou com um processo contra Musk, alegando que os comentários feitos sobre a venda de cerca de 10% da sua participação na companhia e a troca de farpas com a senadora Elizabeth Warren ferem o acordo feito em 2019 com a Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM americana) e que obrigava que Musk pré-aprovasse suas publicações sobre a companhia.
O acionista David Wagner, responsável pelo processo, também mostra preocupação com o efeito das palavras de Musk na cotação dos papéis e na falta de supervisão sobre a conta de Musk. Desde que o CEO decidiu vender cerca de 10% das suas ações, os papéis apresentaram queda de mais de 20%.
Segundo informações da Business Insider, a Tesla não possui uma equipe de compliance, que seriam os responsáveis pela supervisão dos tuítes. "Acreditamos que a Tesla é, entre outras coisas, mal admninistrada".
Na mais recente polêmica envolvendo Musk e o Twitter, o CEO da Tesla fez uma enquete para decidir se deveria vender cerca de 10% da sua participação na empresa em 6 de novembro. Desde então, o homem mais rico do mundo vendeu cerca de 12,9 milhões de ações, embolsando US$ 14 bilhões. A quantia, no entanto, ainda está longe dos 10% prometido.
Embora a decisão pareça ter sido tomada pelos usuários do Twitter, o fundador da SpaceX aponta que os planos sempre foram vender parte dos ativos para cobrir despesas fiscais.
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*Com informações da Business Insider
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