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As perspectivas para o bitcoin e outras criptomoedas seguem em tom positivo, mesmo após a proibição da China contra os mineradores
Nesta sexta-feira (13), quem realmente não deu sorte foram os investidores que deixaram o bitcoin (BTC) de lado quando a criptomoeda atingiu as mínimas. A moeda digital avança 5,15% por volta das 13h30, atingindo a cotação de US$ 46.345,47 (ou R$ 242.435,81). No acumulado da semana, a alta é de 8,81%.
Esse protagonismo do bitcoin está motivando a alta de outras moedas do mercado, com destaque especial para a Cardano (ADA), que, na semana, disparou mais de 45%. Confira das 10 principais criptomoedas nesta sexta-feira (13):

O otimismo com o mercado vem de uma série de fatores. Em primeiro lugar, as taxas de mineração após o banimento de mineradores da China têm voltado aos patamares mais normalizados, o que indica uma estabilização do mercado.
Além disso, o momento é propício para as criptomoedas, em especial o bitcoin (BTC). O medo da inflação, tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos, faz os investidores migrarem para ativos que não estão sujeitos à emissão por governos. Aqui no Seu Dinheiro nós já falamos os motivos pelos quais o bitcoin pode ser considerado imune à inflação.
Os próprios super-ricos também estão de olho na criptomoeda para manter seu poder de compra. Um relatório do Goldman Sachs mostrou a tendência de milionários olharem para o bitcoin como uma forma de reserva de valor.
Por fim, nós avisamos: o bitcoin é um investimento de alto risco e muito volátil, mas sempre manteve seus fundamentos, mesmo durante a queda do mercado. Quando os especialistas fizeram as projeções para a criptomoeda neste semestre, o ponto principal era de que os ruídos envolvendo a China e Elon Musk eram passageiros.
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Com a maior adoção da criptomoeda, tanto para processamento de pagamentos quanto para uso corrente, a tendência é de que o bitcoin volte às máximas históricas, próximo aos US$ 65 mil. Mesmo assim, vale repetir, o investimento em criptomoedas é extremamente arriscado e os especialistas recomendam uma carteira equilibrada com uma pequena parcela de criptoativos, combinada com ativos de menor risco.
Não deixe de conferir nosso canal do YouTube, onde falamos sobre as perspectivas do bitcoin e outras criptomoedas para os próximos meses:
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