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A compra será paga em três etapas pela varejista; a primeira delas é uma parcela à vista de R$ 1 bilhão, com as demais em ações
O Magazine Luiza (MGLU3) informou nesta quinta-feira (26) que a sua assembleia geral extraordinária (AGE) aprovou a aquisição da Kabum!. A AGE do e-commerce de tecnologia e games também já deu o sinal verde para o negócio, que prevê a venda de 564.792 ações da Kabum e a incorporação de 1,411 milhão de papéis restantes pela varejista.
O Magalu anunciou a compra no mês passado, a maior de sua história. À época, a empresa explicou que a aquisição seria paga em três etapas, sendo a primeira uma parcela à vista de R$ 1 bilhão e as demais em ações. Com o acordo, o montante pode chegar ao equivalente a cerca de R$ 3,5 bilhões, em janeiro de 2024, caso a Kabum! cumpra metas estabelecidas no período.
Os acionistas dissidentes da companhia terão direito ao reembolso de ações, no valor de R$ 1,12 por ação, correspondente ao valor do patrimônio líquido da ação do Magalu em 31 de dezembro de 2020.
A aquisição ainda precisa passar pela avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Caso seja aprovada em todas as etapas, o capital social do Magazine Luiza passará de R$ 10 bilhões para R$ 12,5 bilhões, um aumento de R$ 2,5 bilhões. Essa cifra leva em consideração exclusivamente a incorporação de ações.
Cada acionista da Kabum! receberá 53 novas ações de emissão da varejista para cada papel da empresa comprada.
"Com a aquisição, o Magalu reforça o pilar estratégico de novas categorias, com um sortimento extremamente complementar ao atual e com enorme potencial de crescimento", diz o fato relevante divulgado nesta terça-feira pela companhia.
Depois da conclusão da aquisição, os produtos da Kabum! serão oferecidos no SuperApp da varejista, Além disso, os clientes da empresa comprada poderão contar com os benefícios de multicanalidade, enquanto os diversos produtos do Magalu complementarão o sortimento da Kabum!.
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*Com informações do Estadão Conteúdo
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Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4