O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Papéis caíram quase 10% nesta terça; empresa teve segundo trimestre dentro do esperado, com resultado impactado pela alta dos custos das matérias-primas
As ações da Mobly (MBLY3) mergulharam nesta terça-feira (10), após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre. Os papéis fecharam com forte queda de 9,73%, a R$ 12,80.
Com a queda de hoje, as ações da Mobly já derretem 50% desde a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da companhia, em fevereiro deste ano.
Os destaques do segundo trimestre da empresa são os seguintes:
Os resultados da Mobly em parte refletem os desafios com os quais o setor mobiliário tem lidado desde que a pandemia de covid-19 desorganizou a cadeia de suprimentos.
Diversos setores, entre eles o de móveis, registram inflação substancial de custos de insumos, que não pode ser totalmente repassada aos consumidores devido ao cenário de baixa demanda.
Por outro lado, analistas e executivos da empresa destacam, entre outros fatores, o ganho de participação de mercado e o avanço de iniciativas de crescimento da companhia conforme definido no IPO.
Leia Também
Entre as iniciativas que devem beneficiar a companhia estão o financiamento de fornecedores, o aumento nas campanhas de marketing e a ampliação da sua rede de lojas físicas e centros de distribuição.
A Mobly inaugurou em julho uma megaloja na cidade de Campinas e planeja abrir mais seis novas lojas até o final do ano.
"O novo e maior centro de distribuição, em Cajamar (SP), está em construção e deve permitir à Mobly consolidar as operações do que antes eram dois espaços separados no estado", disseram os analistas do Goldman Sachs.
Ao menos dois bancos de investimento mantiveram a recomendação de compra para as ações da Mobly (MBLY3) após os resultados do segundo trimestre.
O Itaú BBA destaca que a empresa continua a melhorar a logística e segue com seu plano de abertura de lojas - o que, segundo os analistas do banco, deve melhorar o reconhecimento da marca e a experiência do cliente.
"Continuamos acreditando que a Mobly está bem posicionada para consolidar o mercado extremamente fragmentado de móveis no Brasil", disse a instituição em relatório.
Além de expressar otimismo com o projeto de expansão da Mobly, os analistas do Goldman Sachs argumentam que a empresa tem um múltiplo EV/Sales (valor de firma sobre vendas) abaixo dos pares globais.
A estimativa do banco é que o múltiplo da companhia possa atingir 1,7 vezes em 12 meses.
VÍDEO: Amazon (AMZO34) e Alpargatas (ALPA4): hora de comprar?
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição