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No primeiro, o número ficou em R$ 2,827 bilhões entre janeiro e março, alta de 11,9% na comparação anual
A Cosan encerrou o primeiro trimestre de 2021 com lucro líquido de R$ 827,7 milhões, 28% acima dos R$ 646,7 milhões apurados no mesmo período do ano passado. O resultado é pró-forma por incluir os resultados da Rumo após a reestruturação societária do grupo, feita em março.
A companhia divulgou, ainda, o lucro ajustado, que no trimestre ficou em R$ 764,6 milhões, avanço de 17,9% na mesma base comparativa. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também foi apresentado pela empresa nos critérios reportado e ajustado.
O balanço mexeu com as ações das empresas na bolsa. Os papéis da CSAN3 recuavam 1,43%, valendo R$ 22,02.
No primeiro, o número ficou em R$ 2,827 bilhões entre janeiro e março, alta de 11,9% na comparação anual. No critério ajustado, o Ebitda do primeiro trimestre do ano ficou em R$ 2,576 bilhões, alta de 8,1%. A receita líquida da companhia cresceu 14,7% no primeiro trimestre, na comparação anual, para R$ 22,512 bilhões.
A Cosan investiu R$ 1,945 bilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,513 bilhão na mesma base comparativa, um crescimento de 28,5%. A dívida líquida aumentou 14% nos três primeiros meses do ano, para R$ 26,655 bilhões. Assim, a alavancagem da Cosan, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, chegou a 3,1 vezes no período, contra 2,4 vezes no primeiro trimestre de 2020.
O CEO da Cosan, Luis Henrique Guimarães, reafirmou em nota que pretende ter todas as subsidiárias do grupo listadas. "Nesse sentido, comunicamos ao mercado que estamos nos preparando para uma eventual oferta inicial de ações na Raízen, no momento oportuno, ainda sujeita a aprovações finais", disse ele.
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"Adicionalmente, intensificamos no período um trabalho de gestão de dívidas, com o destaque para a Rumo, com o pagamento antecipado dos sênior notes 2024 e emissão de debêntures vinculadas à sustentabilidade".
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