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Em seu relatório Perspectivas Econômicas Globais de junho, contudo, a entidade nota que o avanço é puxado por algumas poucas das principais economias
O Banco Mundial afirma que a economia global deve crescer 5,6% em 2021, no ritmo mais forte em 80 anos, após a recessão causada pela pandemia.
Em seu relatório Perspectivas Econômicas Globais de junho, contudo, a entidade nota que o avanço é puxado por algumas poucas das principais economias. "Muitos mercados emergentes e economias em desenvolvimento, porém, continuam a lutar com a pandemia da covid-19 e seus efeitos", destaca.
Apesar da recuperação, a produção global ficará cerca de 2% abaixo das projeções pré-pandemia até o fim deste ano. A perda de renda per capita não será revertida até 2022 para cerca de dois terços dos mercados emergentes e das economias em desenvolvimento, destaca comunicado sobre o relatório.
O Banco Mundial afirma que, entre as economias de baixa renda, onde a vacinação enfrenta dificuldades, os efeitos da pandemia têm revertido ganhos na redução da pobreza e agravado a insegurança alimentar e outros desafios de longa data.
"Globalmente, esforços coordenados são essenciais para acelerar a distribuição de vacinas e o alívio na dívida, em particular para os países de baixa renda", diz na nota o presidente do Banco Mundial, David Malpass. "Conforme a crise de saúde perde força, os formuladores de política terão de lidar com os efeitos duradouros da pandemia para fomentar crescimento verde, resistente e inclusivo, enquanto salvaguardam a estabilidade macroeconômica", prevê Malpass.
O Banco Mundial elevou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2021, de 3% para 4,5%. A instituição prevê que o consumo das famílias brasileiras será impulsionado por uma nova rodada de pagamentos de auxílio emergencial, embora as transferências previstas este ano sejam bem menores do que as do ano passado.
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Ainda no documento, o Banco Mundial diz que o avanço dos investimentos no Brasil deverá ser sustentado por condições domésticas e de crédito internacional benignas.
No curto prazo, o setor de serviços deverá continuar em defasagem em relação à indústria, graças aos efeitos da pandemia de covid-19, de acordo com a instituição.
Para 2022, o Banco Mundial prevê crescimento mais moderado da economia brasileira, de 2,5%.
No caso da América Latina como um todo, a instituição projeta expansão de 5,2% neste ano e de 2,9% no próximo.
Já a Argentina deverá crescer 6,4% em 2021 e o México, 5%, estima o Banco Mundial.
O Banco Mundial também revisou em alta projeções de crescimento econômico neste ano para os Estados Unidos, a China e a zona do euro, em comparação com as estimativas divulgadas por ele em janeiro.
Para os EUA, o Banco Mundial espera agora crescimento de 6,8% em 2021 (de 3,5% em janeiro), de 4,2% em 2022 (de 3,3%) e de 2,3% em 2023.
No caso da China, a expectativa é de avanço de 8,5% para o ano atual (de 7,9% em janeiro), de 5,4% em 2022 (de 5,2% anteriormente) e de 5,3% em 2022.
Na zona do euro, o Banco Mundial projeta que a região cresça 4,2% em 2021 (3,6% antes previsto), 4,4% (de 4,0%) em 2022 e 2,4% em 2023.
No Japão, a expectativa é de crescimentos de 2,9% (de 2,5% em janeiro), 2,6% (de 2,3%) e 1,0%, respectivamente.
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