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Você se lembra da última vez em que foi ao cinema? Eu não tenho a sensação de assistir a um filme na tela grande e aglomerado com desconhecidos desde fevereiro do ano passado, quando fui com meu filho assistir a Jojo Rabbit, um dos últimos candidatos ao Oscar 2020 que estreou no país.
Foi um típico programa de fim de semana pré-pandemia de uma família de classe média nas grandes cidades. Depois do filme, aproveitamos para dar um passeio na livraria e comer algo na praça de alimentação. Tudo isso sem sair do shopping center, onde o nosso carro permaneceu estacionado durante todo esse período.
Ao oferecerem praticidade e comodidade, os shoppings se tornaram espaços cobiçados, e não só por lojistas e consumidores ávidos por lazer sob aparelhos de ar-condicionado que garantem uma temperatura de nível europeu nas quatro estações do ano.
O negócio que alia uma receita estável de aluguéis com a perspectiva de crescimento via aquisições ou expansão para outras cidades atraiu também investidores na bolsa. Hoje você pode ser sócio de uma administradora ou ser cotista de um fundo imobiliário que investe no ramo.
Só que esse modelo aparentemente inabalável ruiu com a covid-19. E quando o pior parecia ter ficado para trás, o agravamento da pandemia obrigou os shoppings a fecharem as portas mais uma vez — ainda não sabemos até quando.
No mercado financeiro, as ações das empresas que administram shoppings sentiram o baque, o que deixou por outro lado os preços convidativos. Será que é hora de reabrir um espaço da sua carteira para os papéis do setor? Confira o que pensam analistas e gestores de fundos nesta matéria que eu escrevi.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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