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Com base nas últimas notícias, as semanas derradeiras de 2021 prometem ser semelhantes ao primeiro mês do ano: cheias de incertezas e com uma nova onda do coronavírus batendo à porta.
É bem verdade que, desta vez, o país enfrenta a nova ameaça com uma porcentagem relevante dos adultos vacinados — mas os efeitos para a atividade global ainda são muito incertos. No Reino Unido e em algumas regiões dos EUA, o salto no número de casos é exponencial, e a Holanda foi o primeiro país a adotar um lockdown completo.
A ameaça de um impacto maior pega a economia mundial em um momento em que os bancos centrais não possuem mais espaço para estímulos monetários; pelo contrário: eles já estudam uma elevação dos juros para 2022 — um cenário que aumenta a cautela nos mercados.
Além disso, o plano de recuperação proposto por Joe Biden pode fracassar após o senador democrata Joe Manchin se opor à elevação dos gastos públicos.
O minério de ferro teve uma sessão positiva durante a madrugada, mas as incertezas geradas pela ômicron afetaram fortemente as empresas de commodities. Por aqui, as siderúrgicas tombaram e a Petrobras acompanhou a queda de 3% do petróleo.
Como resultado desse panorama, tivemos hoje uma baixa expressiva, tanto nos mercados europeus quanto nas bolsas americanas — e, por aqui, preocupações domésticas também fizeram a cabeça dos investidores.
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A votação do Orçamento de 2022 foi adiada mais uma vez e a incerteza sobre o reajuste para servidores públicos e a ampliação do Auxílio Brasil persistem.
Ainda que a liquidez do mercado esteja comprometida pela proximidade das festas do fim de ano, o Ibovespa encerrou a segunda-feira em queda de 2,03%, aos 105.020 pontos. O dólar à vista fechou o dia em alta de 1,02%, a R$ 5,7431, nas máximas desde maio de 2020.
O desconforto gerado pelos novos ruídos em torno da saúde fiscal do país afetaram o mercado de juros, mas os principais contratos devolveram a alta e fecharam o dia em forte queda.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
NU COM O BOLSO FURADO
Desanimou? Ações do Nubank caem mais de 10% e são negociadas abaixo do preço do IPO. Os BDRs do banco (NUBR3) também sofrem com o movimento de correção; ainda assim, o Nubank continua como instituição financeira mais valiosa da América Latina.
DE QUEM É A CULPA?
Golpe duro: CVC (CVCB3) despenca 7% após o fiasco da Itapemirim (ITA) e da Anac. Os papéis da operadora de turismo amargam perdas de mais de 20% desde o começo do ano; a Itapemirim começou a operar no país em junho.
BITCOIN (BTC) HOJE
A maior criptomoeda do mundo já ‘morreu’ 435 vezes em sua história — 42 só este ano. Em 2021, o Bitcoin passou por diversas reviravoltas: desde atingir as máximas históricas até zerar os ganhos do ano — o que explica as mortes”.
AGORA VAI
Omega Geração agora é Omega Energia: incorporação é concluída e empresa ganha novo ticker; confira os detalhes. A ação OMGE3 será negociada pela última vez no dia 23; a partir de 27 de dezembro, a empresa atenderá pelo código MEGA3.
MAGAZINE LUIZA VIRANDO PÓ?
'MGLU3 virou uma oportunidade gigante’: com queda de 74% no ano, ação pode subir até 200% segundo o especialista Rogério Araújo, com 27 anos de experiência em mercados. Confira neste link a análise.
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
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Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
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