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Voltemos por um breve instante às aulas de química do ensino médio. Num enunciado qualquer, você com certeza se deparou com a famigerada CNTP, sigla para Condições Normais de Temperatura e Pressão.
Eu não vou tentar explicar as leis de Avogadro ou os conceitos de volume molar — essa não é uma newsletter de ciências e eu provavelmente cometeria vários erros conceituais. Por ora, basta saber que, na tal CNTP, a temperatura é de 0ºC e a pressão é de 1 bar.
Ou seja: estamos falando de um conjunto de condições bastante específicas e que muito raramente se verificam na natureza.
No mundo real, em que pouca coisa fica constante ao longo do tempo, é inviável fazer cálculos usando as premissas da CNTP como base. É um modelo simplificado demais e que provocaria uma série de erros caso fosse adotado sem qualquer ressalva.
Muitas vezes, dada a complexidade das condições existentes, não há como aplicar a teoria pura — e isso também ocorre no mercado financeiro.
Veja o caso da Gerdau: trimestre após trimestre, a siderúrgica tem conseguido resultados fortes; o Ebitda tem batido recordes e as métricas de alavancagem caíram bruscamente — e, dada a situação confortável, existe uma pressão para que ela se endivide mais, de modo a acelerar o crescimento.
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Na teoria, o plano faz muito sentido: tomar dívidas para financiar o crescimento e aumentar o retorno ao acionista é uma receita presente em qualquer livro. Mas, na prática, a coisa é bem diferente.
Os astros se alinharam a favor da Gerdau nos últimos trimestres, com um ambiente de preços altos e demanda aquecida por aço no mundo, mas a maré pode virar subitamente. É uma boa seguir a cartilha, se endividar e ficar exposto ao risco de uma deterioração da economia?
As diferenças entre teoria e prática são o tema da coluna do Ruy Hungria desta sexta-feira. Com números, ele explica o dilema da Gerdau — e deixa claro que, assim como na química, raramente se verifica a CNTP no mercado financeiro.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Sem indicadores importantes no exterior, Bolsa deve reagir a risco fiscal e prévia do PIB (IBC-Br) nesta sexta. Alguns balanços importantes, como os de Magazine Luiza, Americanas e Embraer, também devem movimentar os negócios hoje.
TUDO AZUL NO MAGALU
E-commerce do Magazine Luiza cresce 46% mesmo com forte base de comparação; confira os destaques do 2º trimestre. Vendas por canais digitais já correspondem 72% do total, chegando a R$ 9,8 bilhões; empresa teve lucro de R$ 95,5 milhões no período.
BOM COMEÇO
Americanas (AMER3) mostra força em sua “estreia” nos balanços, e vem mais por aí – Veja os números. Resultado do segundo trimestre é o primeiro depois da fusão operacional entre B2W e Lojas Americanas, que ainda trará sinergias.
EM NY
Ações da PagSeguro sobem 7% após disparada em receita; veja os destaques do balanço. Volume total de pagamentos (TPV, na sigla em inglês) saltou 154% e alcançou R$ 102 bilhões; empresa tem BRDs negociados na B3.
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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