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Eu só boto bebop no meu samba quando o Tio Sam tocar um tamborim, já diz a letra da clássica canção de Jackson do Pandeiro.
Os gringos — ou pelo menos os investidores gringos — estão começando a aprender que o samba não é rumba. Isso porque um número crescente de empresas brasileiras têm optado por listar suas ações nas bolsas de Nova York.
Essa mistura de chicletes com banana teve início em 2018, com o IPO (oferta pública de ações, na sigla em inglês) da empresa de meios de pagamento e maquininhas de cartão PagSeguro.
Depois dela vieram nomes como Stone, Arco Educação e XP — e outros estão na fila para abrir o capital lá fora, como o PicPay.
Quando o mercado começava a se habituar com a “exportação dos IPOs”, recentemente surgiu algo novo: companhias que já têm ações listadas na B3 e decidiram “fazer as malas” rumo a Nova York. É o caso do banco digital Inter e das Lojas Americanas.
O que atrai essas empresas para as bolsas estrangeiras é algo que elas não podem obter por aqui: a possibilidade de manter nas mãos dos controladores ações com “superpoderes”.
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Desta forma, os principais acionistas conseguem manter o poder sobre os rumos da companhia mesmo sem ter a maioria do capital.
Esse mecanismo é usado lá fora por gigantes de tecnologia como o Facebook e Alphabet (a dona do Google). Com o avanço da migração das empresas brasileiras para fora, a discussão sobre a adoção da ação “anabolizada” ganha força por aqui também.
Quer saber como funciona esse “boogie-woogie de pandeiro e violão”? Então vale a pena ler a reportagem do Kaype Abreu.
Os profetas do apocalipse das contas públicas vão ter de refazer suas projeções. Apesar dos sucessivos furos ao teto de gastos, orçamento fictício e o forte avanço das despesas em meio à pandemia da covid-19, o Brasil pode apresentar superávit primário já em 2023, muito antes do que o mercado imagina. A avaliação é de Lucas Carrasco, do time de gestão de renda fixa da Gauss Capital, que escreveu um artigo na seção Seu Dinheiro Convida.
O que mexe com os mercados hoje? A última sessão foi uma quebra de recordes sucessivos. No pregão de hoje, o Ibovespa deve se apegar aos dados da produção industrial e na divulgação do Livro Bege, em meio ao exterior misto.
Mais uma empresa entra na extensa fila de abertura de capital. A Conasa, que atua no setor de infraestrutura, protocolou seu pedido de IPO. Veja aqui mais detalhes e os números da empresa.
A JBS tenta se recuperar do ataque cibernético que paralisou atividades em unidades nos Estados Unidos e na Austrália. A companhia vai retomar as operações na maioria das processadoras norte-americanas nesta quarta-feira, depois de contar com ajuda inclusive do governo do país.
A Stone divulgou seus resultados do primeiro trimestre, com lucro praticamente estável em relação ao mesmo período de 2020. Já o número de transações da empresa de meios de pagamento e maquininhas de cartões teve um crescimento importante. Confira os números do balanço.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei que institui o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. O projeto facilita a criação de empresas inovadoras no Brasil e estabelece um regime com menos burocracia e mais flexibilidade ao modelo.
Depois de um acordo entre governistas e oposição, a Câmara derrubou nove vetos do presidente Bolsonaro em diferentes projetos de Lei, inclusive o da prorrogação do prazo de entrega da declaração do imposto de renda para 31 de julho. Os vetos ainda precisam ser analisados pelo Senado.
Por falar em imposto de renda, a expressão “malha fina” é uma das mais temidas quando o assunto é a declaração. Confira os erros mais comuns que provocam a ira do Leão, e os caminhos para corrigi-los.
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