O futuro das aéreas: Latam não está à venda e Gol tem projeções otimistas
Ontem eu comentei, aqui nesta coluna, sobre a possibilidade de consolidação do setor aéreo com a nova vocação da Azul para compradora de concorrentes, trazendo uma análise sobre os motivos que colocam a aérea numa posição bem mais confortável que as rivais.
Hoje, vamos dar continuidade ao debate sobre o futuro das companhias aéreas.
A Latam, que enfrenta uma recuperação judicial nos Estados Unidos, já tratou de se manifestar sobre a possibilidade de vender a sua operação brasileira - e a resposta foi negativa. Segundo o presidente da companhia, a separação “não faz sentido econômico para o grupo”.
E quanto à Gol? Bem, a companhia, que vem apertando o cinto, divulgou suas projeções para o segundo trimestre e até já deu uma palinha do que podemos esperar para a segunda metade do ano.
A empresa tem queimado caixa, mas vem fazendo uma boa gestão da sua liquidez e prevê quase R$ 3 bilhões em novas emissões de capital até o fim do segundo tri. Além disso, está otimista em relação a custos, receita e Ebitda, apesar de toda a incerteza que ainda ronda o setor.
O Victor Aguiar fez uma análise da situação da companhia, detalhou as suas projeções e falou sobre a visão do mercado a respeito da Gol nesta reportagem.
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MERCADOS
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EMPRESAS
• A Stone chegou perto de concluir a aquisição da Linx, que já havia sido aprovada pela Superintendência Geral do Cade. Mas, após um recurso apresentado por Cielo, Banco Safra e pela fintech holandesa Adyen, o órgão regulador pediu mais 90 dias para analisar a operação e bater o martelo.
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OPINIÃO
• Chegou ao fim das ‘era de ouro’ das commodities com a queda dos últimos dias? Felipe Miranda, sócio-fundador e CIO da Empiricus, acha que não é bem assim e te conta por que você deve evitar a simplificação excessiva dos assuntos financeiros em sua coluna.
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