O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Você gostaria de ser dono de um shopping center? Ou de um prédio corporativo na Avenida Faria Lima, um dos metros quadrados mais caros e disputados do país?
Embora você provavelmente não tenha dinheiro para comprar um shopping ou uma laje corporativa sozinho, pode ser dono de uma fração de um deles ao investir em um dos vários fundos de investimento imobiliários (FII) do tipo listados para negociação na B3.
Eu costumo dizer que os fundos imobiliários são uma ótima porta de entrada para quem deseja dar os primeiros passos no investimento em bolsa.
Além da possibilidade de lucro com a valorização das cotas, o investidor ainda recebe aquela renda mensal fruto do dinheiro dos aluguéis, que é isenta de imposto de renda.
Mas voltando à questão do início do texto, investir em um fundo imobiliário de shoppings ou de lajes corporativas parecia um excelente negócio até o começo do ano passado.
O que não passava pela cabeça de ninguém era a chegada de uma pandemia que obrigaria os imóveis comerciais a permanecerem fechados ou com funcionamento restrito durante boa parte do ano.
Leia Também
Mas isso não significa que os FII tenham perdido a atratividade, pelo contrário. Todos os meses a Julia Wiltgen vai atrás dos mais indicados dentro das carteiras das corretoras e traz para você os mais promissores.
O “filé mignon” dos fundos imobiliários é um conteúdo do Seu Dinheiro Premium. Você pode destravar a degustação de todo o conteúdo por 30 dias e ter acesso à nossa área exclusiva. Nesse meio tempo, pode cancelar sua assinatura e receber 100% de reembolso. Aqui está o caminho para você se tornar premium.
•O Ibovespa fechou ontem em alta de 0,60%, aos 123.998 pontos. O humor dos investidores melhorou após o diretor de política monetária do Banco Central aliviar as preocupações quanto à trajetória da Selic. O dólar levou um tombo de 3,29%, a R$ 5,323, empurrado pelo fluxo de investimentos estrangeiros.
•O que mexe com os mercados hoje? De olho no andamento do novo processo de impeachment do presidente Donald Trump, no número de novos casos de covid-19 pelo mundo e nos dados sobre a inflação nos Estados Unidos, os investidores adotam uma postura um pouco mais cautelosa.
• Em mais um sinal de aquecimento do setor imobiliário, a Direcional fechou 2020 com chave de ouro, registrando no quarto trimestre recorde de vendas líquidas e o maior volume de lançamentos de sua história.
• A Cyrela Commercial Properties (CCP) abriu uma nova frente de negócios, ao firmar um acordo com a SPX Capital para formar uma gestora de fundos de investimentos destinados à aplicação de recursos em ativos imobiliários.
• A SulAmérica anunciou ontem a escolha de um novo CEO, após Gabriel Portella decidir que não vai renovar seu mandato. Confira o perfil do novo comandante da seguradora.
• A pandemia de covid-19 segue devastadora no Brasil. Nas últimas 24 horas, o país registrou o segundo maior número diário de novos casos desde o início da pandemia.
• O presidente Jair Bolsonaro sancionou ontem a Medida Provisória (MP) que institui o programa Casa Verde e Amarela, uma nova versão do Minha Casa Minha Vida. Veja os detalhes da nova política habitacional do governo federal.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam