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Caro leitor,
O Brasil está longe de ser um modelo no combate à pandemia da covid-19. Erramos ao minimizar a gravidade do novo coronavírus e na falta de articulação na negociação para a compra de vacinas.
Para Jair Bolsonaro, a fatura é cobrada na queda da popularidade. A avaliação negativa do governo superou a positiva pela primeira vez desde julho do ano passado, de acordo com a pesquisa XP/Ipespe.
O presidente ainda tem dois anos de mandato, mas começou o "segundo tempo" em clara desvantagem. E, ao olhar para o "banco de reservas", o capitão não vê muitas alternativas para virar o jogo diante do estado das contas públicas.
Basta lembrarmos que a margem de manobra para a reedição de medidas como auxílio emergencial hoje é bastante restrita — e pode cobrar seu preço antes das eleições de 2022.
O nosso colunista Ivan Sant’Anna preparou para os leitores do Seu Dinheiro Premium uma análise bastante contundente do placar e das perspectivas para o resto do mandato de Bolsonaro, tanto do ponto de vista político como econômico — destrave aqui seu acesso.
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Foram muitas as caneladas, mas é preciso reconhecer que o governo garantiu ao menos um gol em meio à crise graças à atuação rápida do Banco Central como “bombeiro” do sistema financeiro.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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