A nova geração de bilionários brasileiros
Pode parecer um contrassenso, mas em 2020, ano da pandemia de coronavírus e de uma das maiores crises financeiras e econômicas da História, o Brasil ganhou 11 novos bilionários - em dólar. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o famoso ranking da Revista Forbes, divulgado nesta terça-feira, o país tem […]

Pode parecer um contrassenso, mas em 2020, ano da pandemia de coronavírus e de uma das maiores crises financeiras e econômicas da História, o Brasil ganhou 11 novos bilionários - em dólar.
De acordo com o famoso ranking da Revista Forbes, divulgado nesta terça-feira, o país tem hoje um total de 65 pessoas com patrimônio em dólar de pelo menos dez dígitos, liderado pelo sócio da 3G Capital e da cervejaria AB Inbev, Jorge Paulo Lemann.
Mas o perfil dos 11 novos ultrarricos mostra que esse aumento no número de bilionários brasileiros em ano de crise faz mais sentido do que parece à primeira vista.
Aparecem na lista os herdeiros do banqueiro Joseph Safra, morto no ano passado, mas também sócios de empresas de tecnologia, as grandes beneficiadas no contexto de juros baixos, liquidez abundante e vida conectada do mundo pós-pandemia.
Algumas delas são fintechs, que também vêm provocando uma verdadeira disrupção no mercado financeiro e assustando os grandes bancos tradicionais. Além, é claro, da Weg, que já foi caracterizada pelo Estadão como uma “fábrica de bilionários”.
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MERCADOS
• O Ibovespa fechou o dia com leve recuo de 0,02%, aos 117.498 pontos, depois de uma segunda-feira de forte alta. Já o dólar caiu 1,41%, a R$ 5,59, refletindo um maior otimismo com a economia americana.
• As ações das novatas na bolsa Méliuz e Enjoei foram impulsionadas nesta terça por suas prévias operacionais do primeiro trimestre. Ambas mostraram forte avanço no volume de vendas pelo critério GMV e aumento no número de usuários, como você confere nesta matéria.
EMPRESAS
• As aventuras financeiras do family office Archegos devem provocar perdas da ordem de US$ 4,7 bilhões ao Credit Suisse, um dos bancos com maior exposição ao fundo. O Archegos operava no mercado altamente alavancado (utilizando recursos de empréstimos) e amargou fortes prejuízos após um punhado de apostas erradas.
• A Vitreo e o Inter Invest começaram a oferecer a seus clientes um fundo de ações de gestão conjunta. Segundo as instituições, o produto agrega “as melhores ideias” das duas casas, além de análises fundamentalistas feitas pela casa de análises Empiricus.
• A Oi prorrogou novamente o prazo do acordo de exclusividade firmado com um fundo gerido pelo BTG Pactual para discutir a venda da unidade de negócios de fibra ótica da operadora.
OPINIÃO
• O ano passado ainda não acabou: com a pandemia, os problemas, inclusive políticos e econômicos, são os mesmos. Mas desde que o ex-presidente Lula voltou à cena, só se fala em 2022. Na sua coluna de hoje, Felipe Miranda fala da importância de uma candidatura de centro, que não necessariamente precisa ser um nome novo. Mas lembra que, até as próximas eleições, ainda temos que viver este ano.
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