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“Vejam só que festa de arromba”, diria Erasmo Carlos, ao visitar a B3 nesta sexta-feira. E não era por menos: como quem não quer nada, o Ibovespa foi subindo, devagarinho, quase que despretensiosamente…
...E, quem diria: cravou novos recordes, tanto no fechamento quanto em termos intradiários.
Um feito e tanto, considerando as turbulências domésticas. CPI da Covid, possibilidade de terceira onda da pandemia, inflação em alta — nada disso desanimou a festa dos 125 mil pontos.
“Presentes no local o rádio e a televisão / Cinema, mil jornais, muita gente e confusão”, diria Erasmo, ao ver as taças sendo erguidas. Um brinde, sobretudo, ao exterior, que tem sido a mola propulsora do Ibovespa.
Afinal, a alta das commodities lá fora faz as ações da Vale e das siderúrgicas subirem forte desde o começo do ano. E, também no exterior, o otimismo de um banco americano com a Petrobras jogou os papéis da estatal para o alto.
A comemoração ficou completa com a economia americana, que não está tão forte quanto se esperava. Ou seja: não vai faltar estímulo do Fed para deixar o mundo todo animado.
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A Jasmine Olga acompanhou o estourar do champanhe e traz todos os detalhes do novo recorde do Ibovespa. E até mesmo o câmbio aproveitou o clima, com o dólar voltando a se aproximar dos R$ 5,21.
Hey, hey! Que onda, que festa de arromba.
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