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Atuar no varejo brasileiro não é moleza, e quando os gringos resolvem vir para cá, geralmente precisam rebolar. E como todos bem sabemos, gringo não tem muito gingado.
O mercado doméstico tem uma dinâmica própria, é extremamente diverso do ponto de vista nacional, a competição é ferrenha e as questões logísticas e regulatórias não são fáceis de lidar.
Tanto o Carrefour quanto o Walmart encontraram muitas dificuldades quando decidiram atuar no Brasil, mas eventualmente encontraram os seus caminhos: o Carrefour com a aposta no modelo de atacarejo do Atacadão e o Walmart transformando-se no Grupo BIG, que ainda mantém participação dos americanos, mas em proporção bem menor do que antes.
Nesta quarta-feira, os dois gringos abrasileirados surpreenderam o mercado como uma união: o Carrefour Brasil fechou um acordo para adquirir o Grupo BIG por R$ 7,5 bilhões, criando uma gigante com vendas brutas de R$ 100 bilhões.
A notícia foi surpreendente porque o BIG preparava um IPO, mas no fim das contas optou pela venda a um concorrente que já tem capital aberto.
E parece que as aulas de samba no pé que resultaram nessa união agradaram o mercado. Em dia negativo para o Ibovespa, as ações do Carrefour Brasil fecharam com a maior alta do dia, chegando a quase 13%.
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• Quero fazer um convite para você. Na próxima quinta-feira (25), às 19h, eu vou bater um papo ao vivo no Seu Dinheiro com Thiago Alonso, CEO da JHSF, e Mara Dias, diretora de RI da companhia, para falar sobre os planos da incorporadora para 2021. A live ficará disponível neste link. Marque na agenda!
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• Os planos da primeira empresa de serviços funerários que pretende ter suas ações listadas na bolsa brasileira foram adiados. O Grupo Cortel pediu a interrupção da análise do IPO até o dia 18 de junho.
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