O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Antes do início da pandemia de covid-19, há pouco mais de um ano (apesar de parecer uma década), era muito comum ser questionado por amigos sobre o dólar.
Isso porque em boa parte da minha carreira, eu cobri o mercado financeiro, o dia a dia de Bolsa e câmbio. Eles estavam planejando uma viagem internacional, de férias, e queriam saber o melhor momento para comprar dólares.
Geralmente, eu fugia de responder a essa pergunta, mesmo querendo ajudar meus amigos. Para mim, os caminhos do câmbio sempre foram um mistério. Claro que há uma lógica, mas traçar um cenário futuro sempre foi difícil.
Se voltarmos um pouco no tempo, para 2018, logo após a última eleição presidencial, não havia qualquer sinal de que o dólar chegaria a valer R$ 5,80 menos de três anos depois.
E agora, com a moeda norte-americana voltando a ser cotada abaixo de R$ 5, o que pode acontecer?
Na coluna Insights Assimétricos, Matheus Spiess explica por que responder diretamente a esta pergunta é tão complicado. Mas ele joga uma luz sobre o tema, listando os fatores que influenciam e ainda vão influenciar a variação do câmbio.
Leia Também
Além disso, ele dá dicas sobre como os investidores podem se posicionar e mudar a mentalidade em relação ao dólar. Vale a leitura desta verdadeira aula sobre câmbio.
Outro tema bastante discutido atualmente é o volume de ataques cibernéticos sofridos por grandes empresas. Somente nas últimas semanas, companhias como JBS e Fleury tiveram seus sistemas invadidos por hackers.
O meu colega Renan Sousa ouviu especialistas sobre o assunto e mostra como não só as grandes corporações, mas todos nós, podemos nos prevenir para evitar os ransomwares, como são conhecidos estes ataques hackers, e todos os prejuízos que eles podem causar, principalmente financeiros.
O que mexe com os mercados hoje? Investidores devem ficar de olho na nova bandeira tarifária da conta de luz, que deve colocar ainda mais pressão em cima da inflação brasileira. O exterior opera sem direção única, à espera das falas de dirigentes do Fed e da divulgação dos dados de emprego no final da semana.
A Suzano continua inovando nas formas de captar recursos. A fabricante de papel e celulose fez a primeira emissão externa da América Latina atrelada ao compromisso de maior diversidade e inclusão. A meta principal é aumentar a proporção de mulheres em cargos de liderança.
A Ambipar intensificou sua corrida atrás de oportunidades, e na noite desta segunda, anunciou a aquisição do controle total da Suatrans, que atua na área de emergências ambientais. A compra é complementar à da Disal, fechada dias antes.
Temos empresas inovando na bolsa norte-americana. A gestora ARK Invest entrou com pedido para abertura de um ETF de bitcoin; o objetivo da iniciativa é rastrear o desempenho da criptomoeda tendo como parâmetro o S&P Bitcoin Index.
A Marfrig irá emitir R$ 1,2 bilhão em debêntures em até duas séries. Os títulos da primeira tranche devem pagar a taxa interna de retorno do Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, com vencimento em 2028, acrescida de sobretaxa de 0,85% ao ano.
Vai ter apagão? Na tentativa de evitar qualquer problema elétrico decorrente da crise hídrica, o ministro Bento Albuquerque pediu para que a população poupe água e energia e apresentou medidas que o governo estuda para enfrentar essa situação. Confira os detalhes aqui.
As estimativas para licitação do bloco 3 da Cedae estão crescendo. Prevista para acontecer em novembro, seu valor deve atingir R$ 3 bilhões contra os R$ 900 milhões previstos inicialmente. O bloco tinha apenas 7 municípios engajados, e agora já soma mais de 20.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]