O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As cenas de desespero das pessoas que invadiram o aeroporto da capital do Afeganistão na tentativa de deixar o país não deixam dúvidas: os Estados Unidos fracassaram na chamada “guerra ao terror”.
Os especialistas em geopolítica já comparam essa a outras grandes derrotas da maior potência mundial nas últimas décadas, em países como o Vietnã, Irã e Cuba. Isso sem falar na verdadeira terra de ninguém que virou o Iraque depois da “vitória” com a queda de Saddam Hussein.
Os EUA permaneceram no Afeganistão por duas longas décadas, e acabaram de entregar o país de bandeja nas mãos do mesmo Taleban que abrigou Osama Bin Laden — e foi o estopim para a invasão. Afinal, o que deu errado?
Um filme estrelado por Brad Pitt e lançado sem muito alarde em 2017 pela Netflix traz algumas pistas. Em “War Machine”, o galã interpreta — de forma bem caricata — o general que se torna o responsável pelo comando das tropas no Afeganistão e logo percebe a roubada em que se meteu.
Baseado em uma história real, o filme está longe de ser uma obra-prima e tem um humor bem peculiar. Mas faz uma crítica certeira à política norte-americana e não poupa nem o queridinho Barack Obama.
Além do Brad Pitt, quem nos ensina um pouco mais sobre o vespeiro do Afeganistão é o nosso colunista Matheus Spiess. Ele traz uma análise bem detalhada dos impactos para a geopolítica mundial da volta do Taleban. E, claro, como tudo isso mexe com os mercados e o seu bolso.
Leia Também
ESQUENTA DOS MERCADOS
Reforma do Imposto de Renda volta ao radar e exterior digere crise no Afeganistão; bolsas operam em baixa no exterior hoje. Sem maiores indicadores pela frente, bolsa deve ficar atenta às vendas do varejo nos EUA e ao IGP-10 aqui no Brasil.
CARDÁPIO DE BALANÇOS
Reta final com IRB, Yduqs, Cruzeiro do Sul, Cemig e Gafisa – Os resultados que podem mexer com o mercado nesta terça. Empresas que deixaram para apresentar seus números do segundo trimestre no último dia do prazo ficam no radar dos investidores.
MAMMA MIA!
Além do arroz e feijão: Camil (CAML3) entra para a categoria de massas com a compra da Santa Amália. A empresa é líder do setor em Minas Gerais e conta com marcas de destaque no segmento, além de um portfólio completo de opções premium.
DE OLHO NA ESTATAL
Petrobras (PETR4) investiu US$ 2,4 bilhões no segundo trimestre; saiba para onde foi o dinheiro. Com esses números, a empresa reverte o quadro de retração do ano passado, no período em que a economia foi mais fortemente impactada pela pandemia de covid-19.
RADIOCASH
“Bolsa brasileira está conseguindo viabilizar a chegada de novas empresas e democratizar o mercado de capitais”, diz CEO da B3. Gilson Finkelsztain falou sobre o momento atual e os desafios do mercado de renda variável brasileiro no programa semanal da Empiricus.
VÍDEO
Sinqia (SQIA3) está barata e vale a pena: ação pode valorizar até mais de 40%. Entenda os fundamentos no material que nosso repórter Victor Aguiar preparou para você.
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026