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Ontem eu comentei, aqui nesta coluna, sobre a possibilidade de consolidação do setor aéreo com a nova vocação da Azul para compradora de concorrentes, trazendo uma análise sobre os motivos que colocam a aérea numa posição bem mais confortável que as rivais.
Hoje, vamos dar continuidade ao debate sobre o futuro das companhias aéreas.
A Latam, que enfrenta uma recuperação judicial nos Estados Unidos, já tratou de se manifestar sobre a possibilidade de vender a sua operação brasileira - e a resposta foi negativa. Segundo o presidente da companhia, a separação “não faz sentido econômico para o grupo”.
E quanto à Gol? Bem, a companhia, que vem apertando o cinto, divulgou suas projeções para o segundo trimestre e até já deu uma palinha do que podemos esperar para a segunda metade do ano.
A empresa tem queimado caixa, mas vem fazendo uma boa gestão da sua liquidez e prevê quase R$ 3 bilhões em novas emissões de capital até o fim do segundo tri. Além disso, está otimista em relação a custos, receita e Ebitda, apesar de toda a incerteza que ainda ronda o setor.
O Victor Aguiar fez uma análise da situação da companhia, detalhou as suas projeções e falou sobre a visão do mercado a respeito da Gol nesta reportagem.
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