Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Bolsa hoje: Quem paga a conta para 2022? Desdobramentos em Brasília devem movimentar o mercado

Aqui no Brasil o governo está diante do último dia para entrega da proposta do Orçamento da União. Além disso, há divulgação de dados do desemprego pelo IBGE

31 de agosto de 2021
8:46 - atualizado às 8:47
Deixando o Afeganistão depois de 20 anos / Imagem: Cães de Guerra (2016)

Hoje (31), finalizamos o interminavelmente longo mês de agosto. O início do terceiro trimestre foi difícil para ativos brasileiros, especialmente por conta dos impactos de Brasília nos espectros político e fiscal sobre a percepção de risco-país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A terça-feira não será diferente, com negociações acontecendo em Brasília para a entrega hoje do Orçamento para 2022. Ainda podemos esperar a tradicional puxeta dos gestores ao final do pregão, aproveitando que a Bolsa Brasileira, a B3, sofre de falta de liquidez.

Lá fora, as ações asiáticas resistiram bem às preocupações sobre o aumento das infecções por Covid-19 em mercados regionais importantes, como o Japão, e entregaram predominantemente uma boa performance.

Na Europa, as principais Bolsas também estão em alta, com exceção da estabilidade da Bolsa britânica, que ficou fechada ontem. Por fim, os futuros americanos acompanham a festa de final de mês.

A ver...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem na mesa pediu a conta para 2022?

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) deve se reunir hoje com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Supremo, Luiz Fux, para discutir uma solução para os precatórios no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, além de tratar também sobre a possibilidade de uma reconciliação mais evidente entre o Judiciário e o Executivo.

Leia Também

No resto da agenda política, também acompanhamos a formação das discussões sobre o projeto que trata da privatização dos Correios, que deverão acontecer ao longo de setembro – o projeto já foi aprovado pela Câmara. Há também a apresentação do parecer sobre a PEC dos Precatórios e sobre a desoneração da folha.

Tudo isso ganha contornos secundários diante do último dia para o governo enviar ao Congresso Nacional a proposta do Orçamento da União para 2022 – a solução dos precatórios avança, mas não deverá ser incluída na proposta hoje, o que pode assustar os mercados.

Para complicar mais o ambiente, os investidores também acompanham a apresentação da Pnad Contínua, com dados de emprego do último mês, e o resultado fiscal consolidado de julho, que pode trazer volatilidade aos juros e ao câmbio em dia de formação da Ptax.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho no S&P: cautela ou oportunidade?

O S&P 500 seguiu sua toada recorde na segunda-feira (30), na trajetória para encerrar agosto com seu melhor desempenho nos primeiros oito meses de um ano desde 1997 (+21,4% em oito meses).

Ontem, o índice bateu seu 53º recorde no fechamento em 2021, empurrando seu ganho acumulado no ano para cima de 20% (sim, 20% em dólares em oito meses de forma passiva). Há quem fique atento para uma correção agora, considerando que temos uma sazonalidade negativa sobre o índice americano entre o final de agosto e o início de outubro.

Contudo, vale notar que, historicamente, em quatro das últimas cinco vezes que o S&P 500 subiu mais de 15% até o final de agosto, as ações tiveram um desempenho positivo nos quatro meses restantes do ano.

Na verdade, o retorno médio nos últimos quatro meses após um ótimo início de ano é de 4,2%, com um retorno mediano muito impressionante de 5,2% – o retorno médio para todos os anos durante os quatro meses finais é de 3,6%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dia D

Hoje, os Estados Unidos concluíram sua retirada do Afeganistão, encerrando a guerra mais longa da América (20 anos) e fechando um capítulo da história militar que provavelmente será lembrado por fracassos, promessas não cumpridas e uma saída final de tropas que custou não só a integridade da imagem do Departamento de Estado dos EUA, mas principalmente a vida de mais de 180 afegãos e 13 militares dos EUA.

E quem vai pagar por tudo isso? As futuras gerações dos EUA.

Note que os EUA pegaram emprestado a maior parte do dinheiro usado na guerra, fazendo com que gerações de americanos sejam sobrecarregadas com o custo de pagá-lo, uma vez que, diferentemente de Harry Truman e Lyndon Johnson, que subiram impostos para arcar com guerras, os americanos têm vivido regimes de corte de impostos, como os de George W. Bush e Donald Trump.

Com isso, o montante estimado dos custos diretos da guerra do Afeganistão e do Iraque que os Estados Unidos financiaram com dívidas até 2020 é da ordem de US$ 2 trilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quer piorar? Bem, os custos de juros estimados em 2050 são de até US$ 6,5 trilhões. Logo, a guerra pode ter acabado, mas o custo não.

Anote aí!

A terça-feira começou com uma bateria de indicadores relacionados com inflação na Zona do Euro – de maneira geral, a inflação no mês de agosto veio acima do esperado, acumulando 3% na comparação anual.

Ainda lá fora, nos EUA, haverá a divulgação do Índice de Confiança do Consumidor para agosto (deve cair marginalmente frente a julho, o melhor mês desde o início da pandemia). O Índice Nacional de Preços de Imóveis Case-Shiller para junho e o Barômetro de Negócios de Chicago também são importantes.

Aqui no Brasil, dados fiscais chamam atenção, com o Tesouro Nacional divulgando o resultado das contas do governo central em julho e o Banco Central apresentando o resultado das contas do setor público consolidado em julho. Dados como relação dívida sobre PIB serão observados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, o IBGE entrega os dados sobre o desemprego no trimestre encerrado em junho, relevante para medirmos a força da atividade brasileira (expectativa de 14,5% de desemprego).

Muda o que na minha vida?

Desde março, o governo dos EUA vem fornecendo um adicional de US$ 300 por semana para trabalhadores desempregados, que deve ser encerrado em setembro. O objetivo era o de atenuar o impacto da crise econômica.

Vale destacar que muitos estados já optaram por encerrar esses benefícios antes mesmo da data final de expiração, argumentando que estes foram os principais contribuintes para a escassez generalizada de mão de obra.

A contratação de trabalhadores adultos com 25 anos ou mais aumentou na semana em que os governadores disseram que estavam cortando os benefícios. Por outro lado, a contratação de adolescentes de 15 a 19 aumentou em estados que não cortaram os benefícios extras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No geral, o crescimento do emprego nos estados que encerraram o aumento do auxílio mais cedo e nos estados que o estão mantendo até setembro tem sido praticamente igual, mas é inegável que os auxílios ajudaram a impedir que alguns trabalhadores adultos voltassem ao trabalho.

De todo modo, será importante verificarmos como a economia desempenha sem a escala federal destes pagamentos extras.

Fique de olho!

Está aberta a temporada de “Caça às barganhas”.  

A Bolsa brasileira está barata no momento, mas você não deve sair comprando qualquer ação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para você aproveitar essa oportunidade histórica, a solução mais simples e inteligente é contar com profissionais experientes do mercado ao seu lado, fazendo o trabalho duro por você. 

Ontem, eu divulguei um documento especial, mostrando como você pode ter o nosso time e da Empiricus trabalhando para você. Analisando as variações do mercado 24 horas por dia. 

E o melhor de tudo: enquanto você dorme tranquilo e apenas acompanha a provável valorização da sua carteira. 

Você só precisará reservar 15 minutos por mês para fazer seus aportes –– caso deseje ver seus investimentos com potencial de crescerem ao longo do tempo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o nosso principal fundo de ações, você terá uma carteira diversificada em diferentes setores, com empresas sólidas e que neste momento, estão gritando para serem compradas. 

Se você quer saber como buscar uma grande rentabilidade com um portfólio sólido e com ganhos consistentes, enquanto você economiza seu tempo e dinheiro...

Então não perca mais tempo e clique agora no botão abaixo para saber mais.

QUERO SABER MAIS  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes de investir, não deixe de ler o regulamento do fundo e seus fatores de risco e verifique se o fundo está em linha com o seu perfil. Retornos passados não garantem retornos futuros. Não há nenhuma garantia de retorno. As rentabilidades apresentadas nas comunicações da Vitreo não são líquidas de impostos. A aplicação em fundos de investimento não conta com a garantia do FGC, de qualquer mecanismo de seguros ou dos prestadores de serviço do fundo.

Um abraço,

Jojo Wachsmann

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REABERTURA DE JANELA?

Fim da seca de IPOs: Compass (PASS3) toca o sino da bolsa de valores em oferta que levantou R$ 3,2 bilhões

11 de maio de 2026 - 13:20

A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária

TEMPORADA DE BALANÇOS

Rumo à privatização, Copasa (CSMG3) vê lucro cair no 1T26, mas analistas apontam potencial ‘escondido’. O que fazer com as ações?

11 de maio de 2026 - 12:48

BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira

CARTEIRA RECOMENDADA

XP mexe na carteira de small caps e inclui Alupar (ALUP11) e BR Partners (BRBI11); veja quem saiu

9 de maio de 2026 - 12:58

Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira

BANCANDO O PREÇO DE CRESCER

Mercado Livre (MELI34) faz exatamente o que prometeu, mas investidores chiam e ações caem quase 13%. Acabou a paciência?

8 de maio de 2026 - 17:30

Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento

DECEPCIONOU?

Embraer (EMBJ3) tem pior queda no Ibovespa após balanço, mas bancos mantêm recomendação: entenda por que ainda vale ter a ação no bolso

8 de maio de 2026 - 15:22

Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas

RESULTADOS TRIMESTRAIS

B3 (B3SA3) sobe na bolsa após balanço forte e Citi reforçar recomendação de compra

8 de maio de 2026 - 14:27

Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos

ENGORDANDO A CARTEIRA

Patria Log (HGLG11) vai às compras e reforça portfólio com participação em galpões; veja os detalhes da operação

8 de maio de 2026 - 12:30

Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento

CLIMA BAIXO ASTRAL

A Selic não caiu como Fred Trajano esperava: CEO do Magazine Luiza (MGLU3) comenta balanço fraco e aposta em virada no 2T26

8 de maio de 2026 - 11:51

Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online

FIM DA SECA DE IPOS

Compass precifica IPO em R$ 28 e pode levantar cerca de R$ 3,2 bilhões; quem é a gigante do gás, que pode estar presente na sua casa

8 de maio de 2026 - 9:22

A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

8 de maio de 2026 - 7:30

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

BALANÇO 1T26

“Não poderíamos estar mais preparados” — presidente da Azul (AZUL3) comenta impacto da guerra; aérea quase zera o prejuízo

7 de maio de 2026 - 12:58

Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio

FIM DO JEJUM

O que esperar da estreia da Compass (PASS3), o primeiro IPO da B3 em quase 5 anos e que pode movimentar até R$ 2,9 bilhões

7 de maio de 2026 - 9:31

A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia

FII DO MÊS

Fundo imobiliário de shopping rouba a cena com dividend yield de 11% e lidera recomendações para investir em maio; confira o ranking completo

7 de maio de 2026 - 6:02

Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa

VENTOS DE FORA

O que está por trás da subida de 4% da Vale (VALE3) hoje? BTG eleva preço-alvo

6 de maio de 2026 - 16:54

Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026

MERCADOS HOJE

Entre a paz e a pólvora: Ibovespa sobe no meio de um cabo de guerra que derruba o petróleo e a Petrobras (PETR4); dólar segue sob pressão

6 de maio de 2026 - 13:33

O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia