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Os mercados locais tiveram hoje um dia de alívio pós-eleição para as presidências da Câmara e do Senado. Com a chegada de aliados do presidente Jair Bolsonaro ao comando das duas casas, os investidores entenderam que agora não tem mais desculpa para o governo não avançar com reformas e privatizações.
Se de fato a liderança governista no Congresso vai destravar a tal da agenda liberal, isso ainda não se sabe. O mercado já não tem mais se contentado com as palavras de Bolsonaro ou do ministro da Economia, Paulo Guedes. Agora, os investidores querem ver ação, e têm pressa.
Caso a agenda de Guedes não caminhe, o presidente não tem mais em quem jogar a culpa. Ou tem, mas aí estaria culpando os próprios aliados.
Enquanto isso, como de costume, o mero afastamento de um fator de incerteza - no caso, as eleições para as presidências do Congresso - já fez o risco-país dar uma boa recuada, aliviando os juros futuros de longo prazo e o dólar.
Veja como foi o pregão desta terça-feira e tudo o que afetou as negociações.
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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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