O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o avanço da vacinação, o mercado discute as melhores ações e investimentos da bolsa para a retomada; veja esse e mais destaques da semana
Em algum momento de 2019, por volta das duas horas da manhã de um sábado, eu olhava para uma rua do centro da cidade.
Estava eu na sacada de um prédio antigo, que naquele momento funcionava como uma balada, enquanto alguns conhecidos buscavam bebidas no balcão do estabelecimento.
Eu havia acabado de me mudar para São Paulo. Os conhecidos eram pessoas que eu encontrara por acaso naquele dia e que tinham relações com os amigos que tenho na minha cidade.
Naquele momento na sacada, pensei que enfim a vida adulta, com um mínimo de estabilidade, estava começando, e que eu passaria os meses seguintes construindo novas relações.
Até que, poucos meses depois, surgiu a pandemia.
A covid-19 acabou momentaneamente com qualquer possibilidade de vida noturna — a não que você queira se arriscar em festas clandestinas ou bares que precisam manter as atividades para seguir adiante com o negócio.
Leia Também
Em Nova York, no entanto, onde 70% da população recebeu ao menos a primeira dose da vacina contra a covid-19, já há relatos de uma volta à normalidade — inclusive de vida noturna.
Nesta semana, a New Yorker, por exemplo, publicou o relato de uma repórter que voltou a frequentar casas noturnas. Entre outras coisas, ela diz que ir a uma hoje é como voltar para a cidade após longas férias, esperando para saber de tudo que você perdeu nesse meio tempo.
“Exceto que todos também foram embora e nada aconteceu”, escreveu. Segundo ela, em sua primeira festa depois da chegada da pandemia, “até esperar na fila do banheiro foi divertido”.
O texto é uma lembrança de que a vida vai, sim, voltar ao normal, ainda que com luto e necessidade de reconstrução da economia.
A repórter Jasmine Olga ouviu nesta semana gente do mercado financeiro que também tem esse otimismo e perguntou quais ações na B3 têm condições de se sair melhor na reabertura. A resposta está nesta matéria.
Um investidor não pode basear suas decisões apenas em uma visão positiva, é claro. É preciso proteção.
Uma reportagem do Seu Dinheiro mostra como ações de empresas como Rede D’Or, Hapvida e NotreDame Intermédica já podem ser colocadas na categoria de ações “defensivas”, que pagam bons dividendos e com menos instabilidade.
Além de uma análise sobre essas gigantes do setor, o texto fala sobre as empresas de medicina diagnóstica e aponta os principais desafios das companhias.
Todas as negociações com ações, derivativos e títulos de renda fixa privados realizados no mercado brasileiro passam hoje pela B3. Estamos falando de um negócio que rendeu R$ 1,3 bilhão em lucro apenas no primeiro trimestre deste ano, com uma margem Ebitda de impressionantes 83%.
O aumento no número de investidores e dos volumes diante do cenário de juros baixos — fenômeno chamado de "financial deepening" — beneficia ainda mais a operadora da bolsa.
Mas se esse negócio é tão bom, por que até agora ninguém montou uma bolsa concorrente no Brasil? Confira aqui os riscos e oportunidades dos desafiantes ao monopólio da B3.
Ontem, o dragão da inflação foi engolido pelo Leão da Receita Federal. A preocupação com a alta dos preços em escala global até ditou o ritmo dos mercados nas primeiras horas do dia, mas foi só a equipe econômica do governo entrar em campo para o jogo mudar.
O ministro Paulo Guedes apresentou uma proposta de alterações no imposto de renda para pessoa física, jurídica e investimentos, mexendo em um tema ‘caro’ aos investidores: a tributação de dividendos.
Com isso, o Ibovespa fechou a sessão em queda de 1,74%, aos 127.255 pontos, enquanto o dólar recuou 0,67%, a R$ 4,9377. Na semana, outros temas movimentaram os mercados. Veja nesta matéria os destaques do período.
O que muda mesmo para o investidor com a proposta do governo de reforma do imposto de renda?
A repórter Julia Wiltgen apresenta uma avaliação sobre as medidas. Se aprovadas, tais mudanças têm previsão de entrar em vigor em 1º de janeiro de 2022. Veja a análise aqui.
A pandemia desestruturou parte da cadeia de produção, entre outras coisas, fazendo com que os preços subissem de forma consistente.
As contas de energia, de gás, as compras de supermercado, enfim, tudo disparou depois do início da pandemia.
Até o preço dos carros usados catapultou nos últimos meses, aumentando a sensação de que comprar um carro é uma ótima forma de investimento.
Um Volkswagen Gol 2017, por exemplo, registra neste ano 13% de valorização - melhor do que muito investimento por aí. Mas será que isso é suficiente para inserir os carros na categoria "investimentos"? O colunista Ruy Hungria fala a respeito.
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra