O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
E mais: China acalma medo regulatório dos investidores e bolsas da Ásia sobem, animando os índices pelo mundo
Acompanhar a bolsa e acompanhar os jogos Olímpicos é muito parecido. Primeiro, é preciso mais de uma tela. Em seguida, muita paciência para entender as regras que nem sempre podem fazer muito sentido. Mas assim é o esporte — e o mercado.
E a sessão desta quinta-feira (29) vai exigir do investidor mais atenção do que aprender (de última hora) as regras do skate ou do surfe. Para começar, o mercado ainda está digerindo a decisão de política monetária e discurso presidente do Federal Reserve da tarde de ontem (28).
A manutenção da taxa de juros entre zero e 0,25% veio em linha com o esperado pelo mercado, assim como o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed.
Powell declarou que o BC dos EUA segue "fortemente comprometido" em atingir seus dois maiores objetivos — pleno emprego e a estabilização dos preços — com a política monetária atual.
Isso coloca em cheque as expectativas do mercado de que o Fed faça o tapering, ou seja, a retirada de estímulos da economia, antes do esperado. Mas a inflação segue preocupando os investidores e ainda hoje devem ser divulgados dados do PIB e da inflação (PCE, em inglês) dos Estados Unidos, o que pode acabar com o otimismo do mercado.
Já no cenário local, a temporada de balanços segue a todo vapor e animando o índice brasileiro. O Ibovespa encerrou o pregão de ontem com uma alta de 1,34%, aos 126.285 pontos. O dólar à vista, por sua vez, fechou o dia com um recuo de 1,31%, a R$ 5,1099.
Leia Também
Saiba o que mais deve movimentar os mercados nesta quinta-feira (29):
No final da noite de ontem, foram divulgados os dados de uma gigante da bolsa brasileira. A Vale teve lucro líquido de US$ 7,6 bilhões no segundo trimestre, o que representa uma alta de 662% no ano.
Além disso, na manhã de hoje (29), tivemos os saborosos dados da Ambev, que teve lucro líquido de R$ 2,9 bilhões no período, alta de 130% na comparação com o segundo trimestre de 2020. Confira a agenda de balanços do dia no final da matéria.
A China está tentando acalmar os investidores após uma série de investidas regulatórias em cima dos setores de tecnologia e educação privada. O vice-presidente da Comissão Reguladora de Valores da China falou com representantes de bancos globais, como Goldman Sachs e UBS, e firmas de investimento sobre a preocupação do governo de Pequim em possíveis impactos ao mercado.
Durante a conversa, ele garantiu que a China não tem intenção de se separar dos mercados globais, especialmente dos EUA, com quem tem mantido uma relação tensa nos últimos dias. O setor de tecnologia é especialmente afetado, com acusações americanas de que o governo chinês não estaria dando a segurança digital necessária para empresas estrangeiras em Hong Kong.
Nesse cenário, os principais índices asiáticos encerraram o dia em alta, em movimento de recuperação após a China acalmar os mercados. A temporada de balanços no exterior também deve movimentar o próximo pregão da região.
Esse movimento também contaminou as bolsas da Europa, que sobem com o otimismo em relação à China. Além disso, os investidores estão digerindo a decisão sobre a política monetária do Federal Reserve, divulgado na tarde de ontem.
Por fim, os futuros de Nova York operam de maneira mista, oscilando entre a cautela antes de importantes dados dos Estados Unidos, como PIB e inflação (PCE, em inglês) e absorvendo a decisão de política monetária do Fed de ontem.
Saiba também quais ações podem se valorizar no segundo semestre no nosso canal do YouTube:
No Brasil:
Nos Estados Unidos:
Na Europa:
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar