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O chamado PMI mede a atividade econômica, que tem apontado para uma retomada da economia para o segundo semestre
A semana se encaminha para o fim, de olho nos indicadores de emprego aqui e nos Estados Unidos. Enquanto o dado mais forte dos norte-americanos, o payroll, deve ser divulgado somente na sexta-feira (02), o Brasil deve ficar atento aos postos de trabalho calculados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) deste mês.
A expectativa é de que o saldo seja positivo, de acordo com os especialistas ouvidos pelo Broadcast. A mediana das projeções aponta para abertura de 252.067 postos de trabalho neste mês. No acumulado de 2021, a mediana fica em 1,625 milhão.
E a CPI da Covid avança na pressão sobre o governo federal. A Comissão antecipou para esta quinta-feira (1º) a oitiva de Luiz Paulo Dominguetti Pereira, o representante da Davati Medical Supply.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Dominguetti afirmou que recebeu uma proposta de superfaturamento da vacina por parte do Ministério da Saúde. O depoimento vem um dia após o “superpedido” de impeachment colocar ainda mais fogo no cenário político nacional.
Apesar do cenário interno não ser favorável, o Ibovespa deve se apegar aos sinais da recuperação mundial para o segundo semestre. Os dados divulgados pelos países sobre a atividade econômica apontam para um aquecimento das atividades para os próximos meses.
A Opep+ deve se reunir ainda hoje para decidir sobre a produção de petróleo neste novo cenário de recuperação econômica. As autoridades do Federal Reserve que discursam hoje também devem ser acompanhadas de perto pelos investidores.
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Confira esses e outros destaques para o pregão desta quinta-feira (1º):
Os dados do índice do gerente de compras (PMI) em todo o mundo devem ser o grande destaque do dia. O PMI é um medidor da atividade econômica, que pode variar de 0 até 100, sendo acima de 50 expansão da atividade analisada e abaixo, retração.
Mais cedo, a China divulgou seus dados do PMI, que diminuiu de maio em relação a junho, de 52 para 51,3, o menor patamar em três meses. Já a Alemanha registrou uma elevação no indicador, de 64,4 em maio para 65,1 em junho, acima das estimativas do The Wall Street Journal.
A Zona do Euro também registrou um aumento acima das previsões, subindo 63,4 em relação ao mês anterior. O avanço das atividades é positivo para a economia, mas o medo da variante delta, que pode obrigar os países a adotarem medidas restritivas de circulação como lockdown, coloca pressão sobre os ganhos das bolsas.
Ainda hoje, o Brasil também deve divulgar o seu PMI, juntamente com os Estados Unidos, o que deve influenciar diretamente nos índices dos dois países no pregão de hoje.
Os pedidos de auxílio desemprego dos Estados Unidos devem compor o panorama externo das bolsas hoje. O dado é divulgado antes do indicador mais importante da semana, a folha de pagamento (payroll), que deve sair nesta sexta-feira (02).
A expectativa é de que os pedidos caiam para 390 mil, 7 mil solicitações a menos do que na semana anterior. O emprego nos EUA estão diretamente ligados à decisão do Federal Reserve, o BC americano, de manutenção da política monetária.
A instituição financeira já anunciou que só deve alterar essa política quando os dados de emprego e desemprego estiverem próximos aos patamares pré pandemia.
O medo da variante delta do coronavírus segue pressionando os índices internacionais para baixo. Com isso, as bolsas asiáticas fecharam em baixa generalizada, juntamente com os dados fracos da manufatura chinesa. O PMI do Gigante Asiático foi o menor em três meses, o que preocupou os investidores sobre a retomada econômica do país.
Já as bolsas europeias amanheceram em alta, após os dados do índice do gerente de compras regional animarem os negócios. Os temores envolvendo a variante delta do coronavírus devem limitar os ganhos do pregão.
Já os futuros de Nova York operam sem direção definida, à espera da divulgação do PMI dos EUA.
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